As precárias condições dos presos não são prerrogativa do Brasil. O repórter Colin Dayan, em nota no jornal americano The New York Times, diz em http://www.nytimes.com/2011/07/18/opinion/18dayan.html?_r=1&hp o seguinte:
"Mais de 1.700 presos na Califórnia, muitos deles em unidades de isolamento máximo, entraram em greve de fome. O protesto começou entre detentos na Unidade de Abrigo de Seggurança na Prisão Estadual de Pelican Bay. Como puderam se comunicar entre eles cabe a cada um imaginar - mas seu protesto deve ser preocupação de todos. Muitos desses prisoneiros foram mandados a isolamento virtualmente total e ao ócio forçado, sem terem cometido nenhum crime, nem mesmo por supostas infrações dos regulamentos da prisão. Seu isolamento, que pode durar décadas, muitas vezes não é explicitamente disciplinar e assim não está sujeito a supervisão por tribunais. O tratamento a eles reservado é simplesmente uma questão de conveniência administrativa".
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22 de julho de 2011
15 de maio de 2011
Presos americanos proibidos de receber outros livros que não a Bíblia
Segundo o jornal inglês The Guardian, em http://www.guardian.co.uk/books/2011/may/10/us-prisoners-refused-books-bible, em inglês, os presos do Centro Berkeley de Detenção, em Mounts Corner, no Estado americano da Carolina do Sul, estão proibidos de receber pelo correio quaisquer jornais e revistas e quaisquer livros que não sejam a Bíblia enviada diretamente pela editora. O interessante é que a mídia americana não deu maior destaque ao assunto - foi preciso que um jornal inglês o noticiasse.
16 de agosto de 2010
BP explora trabalho de presos
En http://www.thenation.com/article/37828/bp-hires-prison-labor-clean-spill-while-coastal-residents-struggle, em inglês, Abe Louise Young, da revista americana The Nation, denuncia que, para reparar os estragos de seu vazamento de petróleo no Golfo do México, a BP está utilizando trabalho mais do que barato de presos no Estado da Luisiana, onde 70 por cento dos 59 mil detentos são negros. Nos primeiros dias, os presos, que realizam o trabalho mais pesado da limpeza das praias, usavam o uniforme da cadeia, calças vermelhas e camisetas brancas com os dizeres "Trabalho de interno". Mas os moradores reclamaram: por que a BP estaria utilizando trabalho praticamente gratuito de detentos, quando há tanto desemprego no país? Os uniformes desapareceram do dia para a noite, mas os presos, quase todos negros, continuam trabalhando para a BP. A Associação Nacional para o Progresso das Pessoas de Cor (Naacp, na sigla em inglês) também protestou, por estarem os negros sobrerrepresentados nos trabalhos mais pesados.
10 de abril de 2010
Presos assistem a aulas em Piumhi
O semanário Alto S. Francisco, de Piumhi-MG, informa em http://www.virtualto.com.br/ que, na primeira semana de abril, começaram as aulas, como alunos, 19 detentos numa sala de aula recém-inaugurada no Presídio da cidade. A direção do estabelecimento acha que a escolarização é a melhor forma de ressocialização da massa dos presos.
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