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13 de setembro de 2013

Irã reconhece Holocausto e condena nazistas

Segundo mensagem transcrita por Hugo Presman < hugopresman@yahoo.com.ar > na lista argentina Reconquista Popular, o chanceler iraniano Mohammad Javad Zarif reconheceu que os judeus foram vítimas do Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial e condenou a matança de judeus pelos nazistas. Eis a mensagem de Presman, em castelhano: Irán reconoce Holocausto judío y condena régimen nazi - Detalles - Publicado en Sábado, 07 Septiembre 2013 11:14 Escrito por Ricardo Flesler - MOHAMMAD JAVAD ZARIF - En una declaración que contrasta radicalmente con la línea tradicional de Teherán, el nuevo canciller iraní, Mohammad Javad Zarif, afirmó que su país condena la masacre de los judíos por parte de los nazis durante la Segunda Guerra Mundial. En una entrevista con el portal de noticias tasnimnews.com, Zarif señaló que «nunca estuvimos contra los judíos. Nos oponemos a los sionistas que son una minoría.condenamos la muerte y represión de los palestinos por parte de los sionistas». Poco después subió dichas declaraciones a su cuenta de Twitter. El mensaje del ministro de Exteriores del Gobierno de los ayatolás fue difundido en momentos en que Occidente mira con desconfianza el programa nuclear iraní, y se mantiene un estado de tensión permanente entre Irán e Israel. El apoyo iraní a la organización terrorista libanesa Hezbolá y el respaldo al régimen sirio de Bashar al-Assad, enemigos declarados del Estado judío, son elementos que preocupan más a las potencias. Irán mantiene una política anti-israelí que se radicalizó con la negación delHolocausto manifestada por el ex presidente, Mahmud Ahmadinejad, quien también plagaba su discurso con llamados constantes a la desaparición de Israel, lo que le valió la condena internacional. Así, el canciller Zarif envió un mensaje por Twitter felicitando a los judíos por el Año Nuevo. Allí escribió que Irán nunca negó el Holocausto y que «el hombre del que se decía que lo negaba (en referencia a Ahmadinejad) ya se fué. Feliz Año Nuevo». A principios de agosto asumió la presidencia de la República Islámica Hassan Rohani, considerado como un islamista de línea moderada aunque apoya el programa nuclear miltar de Irán y se refirió a Israel como «una herida en el cuerpo que debe ser eliminada. El mensaje de Zarif fue publicado en su perfil de Twitter en respuesta a un tuit atribuido a la cuenta de Christine Pelosi, hija de la legisladora demócrata estadounidense Nancy Pelosi, quien contestó al mensaje de felicitación del canciller iraní diciendo: «El Año Nuevo sería más dulce si usted pusiera fin a la negación del Holocausto en Irán, señor». Rohani, quien durante su campaña electoral se comprometió a poner fin al aislamiento internacional de Irán, encargó a su ministro de Exteriores que retome las negociaciones con las grandes potencias sobre el programa nuclear del país.

2 de março de 2012

IBM e Holocausto: novos documentos

Em http://readersupportednews.org/news-section2/328-121/10198-focus-ibm-at-auschwitz-new-documents, em inglês, o escritor americano Edwin Black, que em 2001 lançou simultaneamente em 40 países o livro "A IBM e o Holocausto", que segundo ele documenta a colaboração da multinacional com o regime nazista alemão, fala sobre a segunda edição do livro, publicada em fevereiro último, revista e aumentada com novas documentações. Fica claro, sempre de acordo com Black, que, por exemplo, o presidente da IBM, Thomas Watson, autorizou pessoalmente, em 1939, o uso de equipamentos e programas da empresa durante a perseguição e extermínio de judeus na Polônia, inclusive na elaboração de cartões perfurados para administrar as câmaras de gás.

1 de outubro de 2009

Blog estreia com campanha de indenização para descendentes de escravos

Agora que está em xeque a questão das cotas nas universidades e nas empresas, proponho outra solução para as históricas injustiças contra descendentes de índios e negros escravizados e/ou espoliados no Brasil. Assim como foram indenizados os judeus escravizados e/ou espoliados por Hitler, os descendentes de escravos também teriam de ser indenizados. Não me venham dizer que naquele tempo a escravidão era legal no Brasil. Na Alemanha de Hitler, a escravidão de judeus também era legal. Proponho a base mínima de um salário mínimo por mês de trabalho de cada escravo, com o total a ser dividido entre seus descendentes vivos. A indenização seria paga pelos descendentes dos donos de escravos, na proporção em que foram beneficiados pelo trabalho escravo que está na origem de suas fortunas e de seus privilégios. A simples pesquisa histórica para determinar os valores já geraria uma vasta mobilização que atingiria, por dentro e por fora, cada lar brasileiro. Devo confessar que a ideia não é minha - já existem movimentos semelhantes na África Negra e nos Estados Unidos. Acho que é uma honra para mim e é útil para os leitores iniciar assim o meu blog, que trará principalmente notícias e ideias que são importantes, mas não receberam a devida divulgação pela mídia. O blog está aberto à contribuição de todos, com a reserva de que deletarei as mensagens que eu considerar contenham ilegalidades ou imoralidades, porém explicando as razões. As mensagens devem ser devidamente assinadas. - Renato Pompeu, 1.o de outubro de 2009.