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1 de janeiro de 2014
Irã e EUA colaboram na luta contra Al Qaeda
Segundo relato da agência israelense Debka, citado em http://louisproyect.org/2013/12/31/the-anti-imperialist-backhanded-support-to-the-war-against-al-qaeda/, em inglês, forças do Irã e dos Estados Unidos estão agindo em conjunto contra as ameaças da Al Qaeda em território iraquiano. É mais um paradoxo da política internacional.
13 de setembro de 2013
Irã reconhece Holocausto e condena nazistas
Segundo mensagem transcrita por Hugo Presman < hugopresman@yahoo.com.ar > na lista argentina Reconquista Popular, o chanceler iraniano Mohammad Javad Zarif reconheceu que os judeus foram vítimas do Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial e condenou a matança de judeus pelos nazistas. Eis a mensagem de Presman, em castelhano:
Irán reconoce Holocausto judío y condena régimen nazi -
Detalles -
Publicado en Sábado, 07 Septiembre 2013 11:14
Escrito por Ricardo Flesler
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MOHAMMAD JAVAD ZARIF
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En una declaración que contrasta radicalmente con la línea tradicional de
Teherán, el nuevo canciller iraní, Mohammad Javad Zarif, afirmó que su país
condena la masacre de los judíos por parte de los nazis durante la Segunda
Guerra Mundial.
En una entrevista con el portal de noticias tasnimnews.com, Zarif señaló que
«nunca estuvimos contra los judíos. Nos oponemos a los sionistas que son una
minoría.condenamos la muerte y represión de los palestinos por parte de los
sionistas». Poco después subió dichas declaraciones a su cuenta de Twitter.
El mensaje del ministro de Exteriores del Gobierno de los ayatolás fue
difundido en momentos en que Occidente mira con desconfianza el programa
nuclear iraní, y se mantiene un estado de tensión permanente entre Irán e
Israel.
El apoyo iraní a la organización terrorista libanesa Hezbolá y el respaldo
al régimen sirio de Bashar al-Assad, enemigos declarados del Estado judío,
son elementos que preocupan más a las potencias.
Irán mantiene una política anti-israelí que se radicalizó con la negación
delHolocausto manifestada por el ex presidente, Mahmud Ahmadinejad, quien
también plagaba su discurso con llamados constantes a la desaparición de
Israel, lo que le valió la condena internacional.
Así, el canciller Zarif envió un mensaje por Twitter felicitando a los
judíos por el Año Nuevo. Allí escribió que Irán nunca negó el Holocausto y
que «el hombre del que se decía que lo negaba (en referencia a Ahmadinejad)
ya se fué. Feliz Año Nuevo».
A principios de agosto asumió la presidencia de la República Islámica Hassan
Rohani, considerado como un islamista de línea moderada aunque apoya el
programa nuclear miltar de Irán y se refirió a Israel como «una herida en el
cuerpo que debe ser eliminada.
El mensaje de Zarif fue publicado en su perfil de Twitter en respuesta a un
tuit atribuido a la cuenta de Christine Pelosi, hija de la legisladora
demócrata estadounidense Nancy Pelosi, quien contestó al mensaje de
felicitación del canciller iraní diciendo: «El Año Nuevo sería más dulce si
usted pusiera fin a la negación del Holocausto en Irán, señor».
Rohani, quien durante su campaña electoral se comprometió a poner fin al
aislamiento internacional de Irán, encargó a su ministro de Exteriores que
retome las negociaciones con las grandes potencias sobre el programa nuclear
del país.
29 de agosto de 2013
CIA ajudou Saddam durante ataque químico contra iranianos
Se agora há um ultraje geral por causa do uso de armas químicas na Síria, a ponto de se planejar um ataque contra as forças de Assad, a verdade é que, uma geração atrás, a CIA continuou ajudando Saddam Hussein, apesar de ele ter usado gases, e até gás sarin, contra tropas iranianas, na guerra Irã-Iraque. Pelo menos, é o que dizem os jornalistas SHANE HARRIS e MATTHEW M. AID, em reportagem exclusiva, em http://www.informationclearinghouse.info/article35973.htm, em inglês.
16 de junho de 2013
Irã teria decidido enviar 4 mil soldados à Síria para defender o governo de Assad
Segundo artigo no jornal inglês The Independent on Sunday de 16 de junho, reproduzido em http://www.informationclearinghouse.info/article35298.htm, em inglês, de autoria de Robert Fisk, um dos mais respeitados correspondentes no Oriente Médio, o governo do Irã decidiu enviar 4 mil soldados da Guarda Revolucionária à Síria, para defender o governo de Assad. Fisk assinala também que se criou uma situação particularmente perigosa: pela primeira vez na história, todos os aliados muçulmanos dos Estados Unidos na região são sunitas e todos os adversários dos americanos são xiitas.
3 de junho de 2013
Irã teria cortado ajuda ao Hamas
Segundo artigo de Robert Tait, correspondente em Gaza do jornal inglês The Telegraph, em http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/palestinianauthority/10091629/Iran-cuts-Hamas-funding-over-Syria.html, em inglês, o Irã cortou o financiamento de 15 milhões de libras mensais que fazia ao Hamas e suspendeu também a cooperação militar com o grupo que governa a Faixa de Gaza. O motivo é que o Hamas apoia os rebeldes sírios, enquanto o Irã é aliado do presidente sírio Assad.
6 de fevereiro de 2013
Neto de Malcolm X teria sido impedido de viajar ao Irã
Segundo informação divulgada pela agência iraniana Press TV, em http://www.presstv.ir/detail/2013/02/04/287235/fbi-stops-malcolm-x-grandson-trip-to-iran/, em inglês, um neto do militante negro americano Malcolm X, Malcolm Shabbaz, teria sido impedido pelo FBI de viajar para o Irã, onde deveria participar de uma série de debates sobre o papel de Hollywood "na difusão da ideologia imperialista". Os debates, entre especialistas em cinema de vários países, ocorreram no domingo, 3 de fevereiro. A informação não pôde ser confirmada em outras fontes.
4 de janeiro de 2013
Israel-Irã: faz mais de 20 anos que a guerra é "iminente"
Em artigo de Marsha B. Cohen em http://www.lobelog.com/2012-predictions-of-war-with-iran-that-didnt-happen-20th-anniversary-edition/, em inglês, se recorda que, em 15 de junho de 1992, o jornal americano The Washington Post, divulgou que o chefe da Força Aérea de Israel, major-general Herzi Budinger, havia declarado à televisão de seu país que, se não houvesse uma ação contra o Irã, o governo islamita iria ter bombas atômicas já no fim daquela década. Budinger pregou "uma ação internacional agressiva" contra o país dos aiatolás. De lá para cá se sucederam dezenas de manifestações semelhantes por parte de governantes e militares israelenses.
21 de dezembro de 2012
Neta de Khomeini exige liberdade e critica sanções
O jornal inglês The Telegraph, em http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/iran/9746686/Ayatollah-Khomeinis-pro-democracy-granddaughter-I-fear-arrest.html, em inglês, em reportagem de Damien McElroy e Ahmad Vahdat, apresenta uma entrevista da engenheira iraniana Naeimeh Eshraghi, neta do falecido líder supremo da Revolução Iraniana, o aiatolá Ruhollah Khomeini. Ela diz que depois da morte do seu avô o regime perdeu legitimidade:
"O sistema de orientação espiritual de meu avô baseava sua legitimidade no consenso do povo. Hoje essa teoria de governo separa muitos setores de nossa sociedade do regime e isso levou a um desvio do antigo caminho correto da Revolução". Ela exige democracia, liberdade e respeito aos direitos humanos em seu país. Mas chama a atenção para o fato de que as sanções impostas pelo Ocidente estão prejudicando o povo iraniano e afetam muito pouco as lideranças autoritárias.
4 de outubro de 2012
EUA agora apoiam grupo iraniano que condenavam como terrorista
Segundo artigo do jornalista Jonathan Manthorpe no jornal canadense The Vancouver Sun, em http://www.vancouversun.com/news/Iranian+terrorist+group+freedom+fighters+eyes/7336204/story.html, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, anunciou a retirada do grupo iraniano Mujahedeen do Povo da lista mundial de organizações consideradas terroristas pelo governo americano. O grupo começou como uma organização marxista contra o então xá do Irã, apoiou a revolução dos aiatolás, matou em atentados vários militares e civis americanos, voltou-se contra os aiatolás e, finalmente se aliou aos Estados Unidos. A retirada dos Mujahedeen da lista de grupos terroristas permite que agora eles recebam financiamento americano para suas atividades contra o regime de Teerã, num momento em que o governo iraniano tem de enfrentar uma revolta popular contra a deterioração de sua moeda, o rial.
24 de setembro de 2012
Irã poderia atacar antes
Segundo a revista americana Information Clearing House, em http://www.informationclearinghouse.info/article32533.htm, em inglês, o Irã pode realizar um ataque "preventivo" a Israel caso as forças israelenses estejam prestes a atacar o território iraniano. Essa declaração foi feita no domingo 23 de setembro pelo brigadeiro-general iraniano Ali Hajizadeh, comandante dos mísseis da Guarda Revolucionária. Acrescentou que isso poderia ser o início "da Terceira Guerra Mundial". No sábado, seu superior, o comandante da Guarda Revolucionária,general Ali Jafari, havia dito que o conflito entre Irã e Israel "vai eventualmente acontecer, mas não se sabe quando nem onde". Jafari acrescentou que o resultado seria "a aniquilação de Israel", em declaração transmitida pelas agências Isna e Fars. Foi a primeira vez que um alto oficial iraniano se referiu à inevitabilidade do conflito com Israel.
16 de setembro de 2012
Irã: indicações de preparativos do ataque
Três notícias reproduzidas pela revista americana Information Clearing House indicam preparativos de ataque ao Irã. Numa delas, em http://www.informationclearinghouse.info/article32456.htm, do jornal inglês The Telegraph, se informa que está em curso a maior concentração de encouraçados, porta-aviões, caça-minas e submarinos da história do Golfo Pérsico, com navios de 25 nações, encabeçadas pelos Estados Unidos e Grã-Bretanha. Trata-se de uma série de manobras que dura 12 dias e que se realiza anualmente, para proteger o Estreito de Ormuz, mas nunca houve tantos navios-de-guerra quanto agora. Outra notícia, em http://www.informationclearinghouse.info/article32457.htm, do jornal inglês The Daily Mail, relata que o ex-ministro da Defesa, sir Nick Harvey, informou que foi afastado do cargo por que se opunha a que a Grã-Bretanha assinasse com os Estados Unidos e Israel um pacto de ataque preventivo contra o Irã. Finalmente, em http://www.informationclearinghouse.info/article32450.htm, informação das agências Associated Press e Reuters e do jornal israelense Ha'aretz dá conta de que o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, declarou, em entrevistas a redes de televisão americanas, que o Irã está para ser capaz, em seis ou sete meses, de fabricar bombas nucleares e que o presidente americano Barack Obama precisa tomar providências contra isso.
26 de agosto de 2012
Irã não está tão isolado quanto parece
O noticiário americano The RealNews Network, em sonora em http://therealnews.com/t2/index.php?option=com_content&task=view&id=31&Itemid=74&jumival=8736, em inglês, informa que 150 países estão representados na Conferência dos Países Não-Alinhados em realização no Irã. Isso indica que o Irã não está tão isolado quanto a mídia global dá a entender.
15 de agosto de 2012
Irã: Israel dá prazo até 25 de setembro para Obama
Segundo artigo da jornalista Annie Robbins na revista americana MondoWeiss, em http://mondoweiss.net/2012/08/israel-demands-statement-from-obama-about-iran-attack-by-yom-kippur.html, em inglês, a imprensa de Israel tem informado que o governo israelense deu prazo até 25 de setembro para o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarar que as Forças Armadas dos EUA, mais cedo ou mais tarde, vão intervir no Irã. A data é a do discurso de Obama na ONU e é também a véspera do Ano Novo judaico. Se Obama não fizer a declaração nesse prazo, diz o artigo, sua candidatura presidencial vai "sofrer".
20 de junho de 2012
China, Rússia e Irã estariam para fazer manobras militares em território sírio
Segundo nota da agência iraniana Fars, reproduzida em http://www.informationclearinghouse.info/article31630.htm, em inglês, 90 mil soldados da China, Rússia, Irã e Síria, farão manobras militares terrestres, aéreas e navais, com o emprego de mísseis, em território sírio, "nas próximas semanas". A nota não mereceu maior destaque pela grande mídia.
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3 de março de 2012
Rússia e Israel se estariam ajudando contra Irã e Geórgia
Segundo o noticiário israelense YNews, em http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4196357,00.html, em inglês, Israel e a Rússia fizaram um acordo segundo o qual o governo israelense entregou ao governo russo os códigos secretos dos aviões sem piloto que Israel vendeu à Geórgia. Em contrapartida, o governo russo entregou ao governo israelense os códigos secretos dos mísseis defensivos Tor-M1 que a Rússia vende ao Irã.
19 de fevereiro de 2012
Milhões de americanos estariam querendo que comece logo a Terceira Guerra Mundial
O blog americano Washington's Blog dá o título "Milhões de cristãos evangélicos querem iniciar a Terceira Guerra Mundial para apressar o Segundo Advento e neoconservadores ateus estão usando a religião para atiçá-los para justificar a guerra contra o Irã" (o Segundo Advento é a volta do Messias, ou seja, o retorno de Jesus Cristo à Terra) a um seu artigo em http://www.washingtonsblog.com/2012/02/evangelical-christians-want-to-start-wwiii-to-speed-the-second-coming-and-atheist-neocons-are-using-religion-to-rile-them-up-to-justify-war-against-iran.html, reproduzido pelo periódico, também americano, Information Clearing House, em http://www.informationclearinghouse.info/article30574.htm, nos dois casos em inglês. O artigo cita pesquisa da Time-CNN segundo a qual um terço dos mais de 40 milhões de cristãos evangélicos dos Estados Unidos acredita que profecias dos livros de Daniel e Ezequiel, no Velho Testamento, e do Apocalipse, no Novo Testamento, segundo as quais o Messias retornará depois que Gog e Magog atacarem Israel pelo norte e darem início a um conflito generalizado, indicam que está próximo o conflito entre o Irã e Israel.
15 de fevereiro de 2012
Pentágono já teria pronto o plano de guerra contra a Síria
Segundo artigo de Chris Warden no informativo canadense GlobalResearch, em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=29206, em inglês, o Pentágono já teria pronto um estudo "interno" de guerra contra a Síria, segundo o qual os Estados Unidos contariam com o apoio militar da Turquia, de Estados do Golfo e da Otan. A guerra seria apresentada como necessária para proteger civis, mas o objetivo verdadeiro, de acordo ainda com Warden, seria instaurar em território sírio um governo sunita hostil ao Irã, que é predominantemente xiita. O artigo cita ainda declarações de altos funcionários americanos aos jornais ingleses Financial Times, no sentido de que é necessário obter o apoio dos comerciantes sunitas sírios, e The Daily Telegraph, no sentido de que é preciso "militarizar" a questão.
8 de fevereiro de 2012
Por que se exige transparência nuclear do Irã e não se exige o mesmo de Israel?
Em http://therealnews.com/t2/index.php?option=com_content&task=view&id=767&Itemid=74&jumival=7873, há um vídeo de uma entrevista do sociólogo iraniano radicado nos Estados Unidos, Hamid Dabashi, em inglês, em que ele pergunta por que se exige transparência nuclear do Irã e não se exige o mesmo de Israel. Diz ainda que a região deveria ficar livre de armas nucleares, para o que seria necessário eliminar, além de eventuais armamentos atômicos do Irã, também os arsenais nucleares de Israel e do Paquistão.
7 de fevereiro de 2012
Iranianos pró-paz e pró-democracia
Em http://therealnews.com/t2/index.php?option=com_content&task=view&id=31&Itemid=74&jumival=7898, um vídeo em inglês mostra que muitas das manifestações em várias partes do mundo de militantes pró-paz no Irã também exigem a democratização do regime iraniano. Há muita gente que pensa que os opositores dos aiatolás querem a intervenção ocidental, mas iranianos refugiados nos Estados Unidos participam das manifestações pela paz.
1 de fevereiro de 2012
Síria: Otan e CIA estariam armando rebeldes
Segundo Daan de Wit, jornalista do DeepJournal, em artigo reproduzido em http://www.truth-out.org/nato-and-cia-covertly-arming-syrian-rebels-order-weaken-iran/1327685522, em inglês, a Organização do Tratado do Atlântico Norte-Otan e a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos-CIA, estariam armando, clandestinamente, setores da oposição da Síria, para que combatem o governo de Bashir Al-Assad. O objetivo central da aliança ocidental e da agência americana, porém, seria enfraquecer a posição estratégica do Irã no Oriente Médio. O regime sírio costuma apoiar o regime iraniano.
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