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15 de fevereiro de 2012

Pentágono já teria pronto o plano de guerra contra a Síria

Segundo artigo de Chris Warden no informativo canadense GlobalResearch, em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=29206, em inglês, o Pentágono já teria pronto um estudo "interno" de guerra contra a Síria, segundo o qual os Estados Unidos contariam com o apoio militar da Turquia, de Estados do Golfo e da Otan. A guerra seria apresentada como necessária para proteger civis, mas o objetivo verdadeiro, de acordo ainda com Warden, seria instaurar em território sírio um governo sunita hostil ao Irã, que é predominantemente xiita. O artigo cita ainda declarações de altos funcionários americanos aos jornais ingleses Financial Times, no sentido de que é necessário obter o apoio dos comerciantes sunitas sírios, e The Daily Telegraph, no sentido de que é preciso "militarizar" a questão.

15 de setembro de 2011

Ligações de Hollywood com o Pentágono

A gravação de uma entrevista do escritor, colunista e radialista David Sirota, sobre as ligações do Departamento da Defesa dos Estados Unidos com as grandes produtoras de Hollywood, está disponível em http://www.cbc.ca/q/blog/2011/09/14/hollywood-and-the-military-too-close-for-comfort/. Sirota diz que essas ligações, as quais já geraram vários filmes, envolvem ameaças à liberdade de expressão.

10 de janeiro de 2011

Pentágono pensa no impensável

Segundo noticiário da rede de televisão americana NBC, disponível em inglês em http://www.youtube.com/watch?v=DInGq0mIWro&feature=player_embedded, o Pentágono está discutindo planos para ações militares emergenciais no caso de "colapso em grande escala da economia" ou de "distúrbios civis", tanto nos Estados Unidos como em outros países.

10 de fevereiro de 2010

Pentágono age como governo paralelo

Segundo artigo do analista Dan Simpson no jornal americano Pittsburgh Post Gazette, em inglês em http://www.post-gazette.com/pg/10034/1032912-374.stm, o Pentágono está "frenético": enquanto o governo Obama corta verbas para setores vitais, as Forças Armadas obtém, com a venda de armas para Taiwan, Polônia e quatro Estados do Golfo Pérsico, mais dinheiro além dos 7 por cento a mais a elas outorgados pelo Orçamento. Além disso, com essas vendas, dirigidas respectivamente contra a China, a Rússia e o Irã, o Pentágono dificulta a agenda do presidente Obama, de melhora das relações com esses países.