Mostrando postagens com marcador Coreia do Norte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coreia do Norte. Mostrar todas as postagens

18 de abril de 2013

Coreia do Norte: as primeiras ameaças partiram de quem?

Em entrevista publicada em inglês em http://www.democracynow.org/2013/4/4/new_era_of_nuclear_armed_north, a professora Christine Hong, da Universidade da Califórnia, especialista em assuntos coreanos e que esteve recentemente na Coreia do Norte, afirma que foram os Estados Unidos e a Coreia do Sul que, com manobras militares em escala nunca vista junto à fronteira entre as duas Coreias, inicialmente ameaçaram a Coreia do Norte, que só depois disse que reagiria a um ataque com todas as armas que tem, inclusive as nucleares. Hong disse também que as ameaças americanas-sul-coreanas geraram também uma vasta mobilização de tropas chinesas para eventual ajuda à Coreia do Norte. As reações levaram os Eua a recuar de sua ofensiva. A verdade sobre quem começou a provocação talvez nunca venha à luz.

7 de abril de 2013

Coreia: que é a verdade?

A pergunta de Pilatos a Jesus vem a propósito de artigo na revista americana Salon, em http://www.salon.com/2013/04/05/north_korea_whats_really_happening/, em inglês, em que Tom Shorrock defende a inusitada tese de que foram os Estados Unidos que iniciaram e foram intensificando os preparativos bélicos contra a Coreia do Norte e que esta foi reagindo cada vez mais intensamente na medida em que se sentia cada vez mais ameaçada. Diz ainda o artigo que, em seguida, os EUA se assustaram com a reação norte-coreana e passaram a recuar, o que estaria comprovado em reportagem da quinta-feira no jornal The Wall Street Journal, e aí a Coreia do Norte baixou o tom. Qual será a verdade?

4 de julho de 2011

Chávez, Fidel e a precariedade institucional da esquerda radical

Será que a esquerda radical nunca vai aprender a institucionalizar a rotatividade do poder? Agora que Chávez está doente, os bolivarianos só conseguem cogitar de seu irmão para eventualmente sucedê-lo. Do mesmo modo, Fidel Castro foi sucedido por seu irmão Raúl, enquanto na Coreia do Norte a liderança passou de pai a filho e agora se cogita do neto. A personalização do poder é tão intensa nos regimes comunistas que, quando morre o líder depois de décadas no poder, surge sempre o espectro do fim do regime.

25 de fevereiro de 2011

Coreia do Norte: manifestações contra o governo

Segundo a mais importante publicação jornalística da Ásia, a revista Asia Times, a imprensa sul-coreana tem noticiado manifestações contra o governo em diferentes cidades do interior da Coreia do Norte. As manifestações têm sido dissolvidas pelas forças de segurança. Isso nunca aconteceu antes, ao que se saiba, nesse país comunista. Ver http://www.atimes.com/atimes/Korea/MB25Dg01.html, em inglês.

1 de janeiro de 2011

A tensão entre as duas Coreias

Em http://media.lclark.edu/content/hart-landsberg/2010/12/31/whats-happening-on-the-korean-peninsula/, em inglês, o pesquisador americano Marty Hart-Landsberg apresenta um mapa para explicar as tensões entre as duas Coreias. Ele mostra que, logo após o fim da Guerra da Coreia, as partes envolvidas concordaram com uma linha de armistício em terra, mas os Estados Unidos estenderam arbitrariamente o limite marítimo para mais ao norte, o que não foi reconhecido pela Coreia do Norte, que só aceita a extensão da linha terrestre do paralelo 33 para o mar. Desse modo, segundo o pesquisador, o recente bombardeio pelos norte-coreanos de uma ilha ocupada por sul-coreanos, não foi um ato arbitrário, como foi apresentado pela grande mídia mundial, mas sim, do ponto-de-vista da Coreia do Norte, simplesmente a defesa de seu próprio território.