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12 de setembro de 2012

Líbia estaria pior do que sob Gaddafi

Nota do Inter Press Service, em http://www.ipsnews.net/2012/07/human-rights-worse-after-gaddafi/, em inglês, informa que, segundo Nasser Al-Hawary, pesquisador do Observatório Líbio de Direitos Humanos, e que foi preso e torturado várias vezes no regime anterior e depois esteve exilado durante a vigência do regime do falecido dirigente Muammar Gaddafi, "a situação dos direitos humanos na Líbia agora está muito pior do que sob o falecido ditador Muammar Gaddafi". Al-Hawari conta que pelo menos 20 pessoas foram espancadas até a morte pelas milícias que tomaram conta do país depois da queda de Gaddafi em fevereiro do ano passado, mas que o número de assassinados deve ser muito maior. Segundo o IPS, rotineiramente ocorrem tiroteios à noite em Trípoli, a capital, e às vezes durante o dia, enquanto a situação nas províncias seria ainda pior

6 de julho de 2012

Líbia: violências continuam

Em http://www.amnesty.org/en/for-media/press-releases/libya-militia-stranglehold-corrosive-rule-law-2012-07-05, em inglês, a Anistia Internacional. na semana das primeiras eleições na Líbia pós-Gaddafi, relata que a violência continua por todo o país, incluindo detenções e prisões arbitrárias, tortura mesmo até a morte, impunidade para execuções ilegais e deslocamento forçado de populações. A grande mídia não deu destaque ao relatório.

6 de abril de 2012

Líbia: matança continua

Segundo informações da PBS, rede pública americana de TV, em http://www.pbs.org/wnet/need-to-know/security/a-hollow-victory-the-slow-unraveling-of-libya/13520/, em inglês somente num único episódio no extremo sul da Líbia, no último fim de semana, 147 foram mortas por uma das dezenas de gangues que infestam o país. A nota assinala que notícias como essa não são destacas pela mídia global, seguindo a linha da Otan e do governo americano, de que a intervenção na Líbia foi "um êxito". Além disso, a informação dá conta de que a recente revolta dos tuaregues no Norte do Mali, até agora vitoriosa, é um subproduto da queda de Muammar Gaddafi, que era apoiado pelos tuaregues no território da Líbia. Estes, com armas e bagagens, se reuniram a seus semelhantes no Mali.

4 de março de 2012

Líbia: ONU cobra novo governo e Otan por violências

Em relatório citado pelo jornal americano The New York Times, em http://www.nytimes.com/2012/03/03/world/africa/united-nations-report-faults-nato-over-civilian-deaths-in-libya.html?_r=2&scp=4&sq=neil%20macfarquhar&st=cse, o Conselho de Direitos Humanos da ONU critica a Otan, por não ter investigado devidamente os bombardeios que mataram 80 civis líbios. Também são criticadas as novas autoridades líbias, por estarem permitido a livre ação de milícias que estão matando e perseguindo adeptos do falecido líder Muammar Gaddafi.

2 de novembro de 2011

Líbia já teria restringido direitos das mulheres outorgados pelo regime de Gaddafi

Segundo nota do comentarista Ernesto Viegas Poliak, na publicação Letra Terca, divulgada na lista argentina de notícias argentina Reconquista Popular pela colisteira Carola Chávez,
< tongorocho@gmail.com >, o novo governo líbio, ao instaurar as Leis da Sharia, já anulou as regulamentações do regime de Gaddafi, que impunham a monogamia e afirmavam que, em caso de divórcio, a residência do casal seria considerada de propriedade da ex-esposa. Agora, os homens líbios podem casar ao mesmo tempo com quatro mulheres e ficam com todas as propriedades do casal em caso de divórcio.

26 de outubro de 2011

Gaddafi teria sido sodomizado por rebeldes

Segundo nota publicada em http://www.informationclearinghouse.info/article29508.htm, em inglês, um vídeo demonstraria que Muammar Gaddafi foi sodomizado com um cacete ou com uma faca por um dos rebeldes líbios que o capturaram, no episódio que deu origem a seu assassínio.

22 de outubro de 2011

Morte de Gaddafi provoca risadas em Hillary Clinton

Segundo nota da rede de TV americana CBS, em http://www.informationclearinghouse.info/article29472.htm, em inglês, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, riu quando foi informada por um repórter de televisão de que Muammar Gaddafi havia morrido. Ela ainda fez uma piada: comentou: "Viemos, vimos, ele morreu", lembrando o "Vim, vi, venci", do romano Júlio César.

30 de setembro de 2011

Gaddafi reúne 12 mil novos soldados

Segundo a Debka, serviço privado de informações baseado em Israel, em http://www.debka.com/article/21335/, em inglês, o ex-líder líbio Muammar Gaddafi e seus aliados conseguiram mobilizar mais 12 mil combatentes, entre as tribos tuaregues de todo o Norte da África. Os tuaregues são nômades que não reconhecem as fronteiras entre os países norte-africanos e costumam criar problemas para as autoridades em todos esses países, mas sempre foram fiéis a Gaddafi, que os usava para ações armadas nos países vizinhos.

27 de agosto de 2011

WikiLeaks: Gaddafi estava sendo armado pelos Estados Unidos

Em http://electronicintifada.net/blog/ali-abunimah/did-wikileaks-just-reveal-us-blueprint-libya, em inglês, no blogue de Ali Abunimah, está dito:
"Os governos dos Estados Unidos dos presidentes George W. Bush e Barack Obama estavam empenhados em desenvolver laços "militares a militares" profundos com o regime líbio de Muammar Gaddafi, revelam mensagens diplomáticas secretas dos Estados Unidos divulgadas pelo WikiLeaks a 24 de agostos.

"Os Estados Unidos estavam intensamente dedicados a integrar a Líbia tanto quanto possível no Africom, o comando militar americano para a África, que busca estabelecer bases e estacionar forças militares permanentemente no continente.
(;;;)
"Os registros confirmam que McCain, o candidato presidencial republicano em 2008, apoiou fortemente as vendas de armas para a Líbia e se comprometeu pessoalmente com Muammar Gaddafi (também grafado Al-Qadhafi) e seu filho Muatassim a providenciar para que essas transferências fossem aprovadas pelo Congresso. McCain também revelou que os Estados Unidos estavam treinando oficiais no Exército de Gaddafi."

4 de agosto de 2011

Gaddafi estaria buscando atrair os radicais islâmicos para dividir os rebeldes

O líder líbio Muammar Gaddafi estaria tentando atrair para o seu lado os radicais islâmicos que se opunham a ele, mas que entraram em atrito com os rebeldes laicos. A informação é do jornal americano The New York Times, em nota divulgada na lista de notícias, também americana, Marxism, enviada por seu moderador, Louis Proyect, lnp3@panix.com. Um dos filhos de Gaddafi, Seif Al-Islama El-Gaddafi, disse: "Os liberais vão fugir ou ser mortos. Faremos isso juntos. A Líbia vai parecer com a Arábia Saudita, com o Irã, mas e daí?. Seif havia deixado crescer a barba e segurava contas de um colar islâmico de preces, para ter uma aparência mais islâmica. O líder islâmico rebelde Ali Sallabi confirmou que tem mantido conversações com representantes de Gaddafi, mas disse que mantém suas posições pró-democracia pluripartidária e pró-saída de Gaddafi.

13 de julho de 2011

O governo da França teria aceitado negociar com Gaddafi

Segundo o jornal canadense The Globe and Mail informa em inglês em http://www.theglobeandmail.com/news/world/africa-mideast/french-proposal-would-see-gadhafi-remain-in-libya/article2093989/, o governo francês teria proposto negociações com o líder Gaddafi sobre o futuro da Líbia e até já teria aceitado que ele permaneça em Tripoli após eventual acordo com os rebeldes, A nota lembra que, até agora, a França era a potência mais agressiva entre os paáses da Otan que estão intervindo na Líbia.

26 de junho de 2011

Anistia Internacional diz que não há provas de atrocidades na Líbia

De acordo com artigo do jornalista Patrick Cockburn, reproduzido na lista americana de notíxias Marxism, pelo colisteiro que se identifica como Suresh,  borhyaenid@yahoo.com, a "Anistia questiona alegação de que Gaddafi ordenou o estupro como arma de guerra" (título do artigo). Eis trechos:
"Organizações de direitos humanos lançaram dúvidas sobre alegações de estupros em massa e outros abusos cometidos por forças leais ao coronel Muammar Gaddafi, alegações que têm sido amplamente usadas para justificar a guerra da Otan na Líbia.
"Os líderes da Otan, grupos da oposição e a mídia têm produzido uma enxurrada de histórias desde o início da insurreição a 15 de fevereiro, alegando que o regime de Gaddafi ordenou estupros em massa, usou mercenários estrangeiros e empregou helicópteros.
"Uma investigação da Anistia Internacional não conseguiu achar provas dessas violações aos direitos humanos e em muitos casos as desacreditou ou lançou dúvidas sobre elas. Tamabém achou indicações de que em várias ocasiões os rebeldes em Benghazi pareceram ter feito conscientemente alegações falsas, ou ter apresentado provas forjadas.
"Donatella Rovera, assessora sênior de Resposta a Crises da Anistia, que esteve na Líbia durante três meses após o começo da revolta, diz que 'não achamos nenhuma prova e nenhuma vítima de estupro e nenhum médico que sabia de alguém que tivesse sofrido estupro".
"Ela destaca que isso não prova que o estupro em massa não ocorreu, mas não há provas para mosstrar que isso ocorreul. Liesel Gerntholtz, chefe de Direitos Humanaos na Human Rights Watch, que também investigou a acusação de estupro em massa, disse: "Não conseguimos achar provas'."

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6 de maio de 2011

Jornal americano propõe o assassínio de Gaddafi

Em editorial em inglês em http://www.washingtonpost.com/opinions/targeting-mr-gaddafi/2011/05/03/AFBH86iF_story.html, o influente jornal americano The Washington Posto sugere que o líder líbio Muammar Gaddafi seja alvo de uma ação semelhante à que levou ao assassínio do criminoso saudita Osama Bin Laden. Diz o editorial: "Pensamos que ter o sr. Gaddafi e seus filhos como alvo (...) é tão legítimo quanto mirar a Al Qaeda".

23 de fevereiro de 2011

Fidel defende Gaddafi

Em novo artigo, em castelhano em http://www.cubadebate.cu/reflexiones-fidel/2011/02/22/, o líder cubano Fidel Castro defende as conquistas anti-imperialistas de Muammar Gaddafi, embora diga que Gaddafi deve assumir as suas responsabilidades, e afirma que a Otan está programando uma intervenção na Líbia.