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25 de abril de 2013
Água não é direito humano?
Está circulando pela Net a seguinte frase, por enquanto não desmentida:
«El agua no es un derecho; debería tener un valor de mercado y ser privatizada»
(Peter Brabeck-Letmathe, presidente da Nestlé)
21 de novembro de 2012
Multinacionais perigosas - 7. Nestlé
Em http://www.rebelion.org/noticia.php?id=158775, em castelhano, se diz que a Nestlé é responsável pelo desmatamento em grande escala na Ilha de Bornéu, para produzir óleo de palma, ameaçando de extinção os orangotangos. Também se afirma que a Nestlé continua não avisando a mulheres do Terceiro Mundo que suas fórmulas de leite em pó, sozinhas, não mantêm bem nutridos os bebês delas, pois são necessários complementos. Em outras palavras, o leite em pó não preenche todas as necessidades satisfeitas pelo leite materno.
1 de novembro de 2011
Nestlé estaria ignorando direitos de seus trabalhadores na Indonésia e no Paquistão
Em http://www.iuf.org/cgi-bin/campaigns/show_campaign.cgi?c=602, em inglês, a União Internacional de Trabalhadores na Alimentação está lançando um abaixo-assinado para protestar contra as ações da Nestlé em suas fábricas em Panjang, na Indonésia, e em Kabirwala, no Paquistão. A empresa estaria promovendo demissões em massa, em particular de trabalhadores sindicalizados e de dirigentes sindicais, e também boicotando negociações com sindicalistas.
19 de junho de 2010
França: Copa do Mundo obscurece escândalo L'Oréal-Nestlé
Em mensagem à lista de notícias americana Marxism, o pesquisador francês Dan Koechlin, d.koechlin@wanadoo.fr, se queixa de que a mídia francesa está dando muito mais importância à má atuação de sua Seleção na Copa de Mundo de futebol, enquanto relega a um segundo plano irrelevante as novidades referentes ao escândalo envolvendo a L'Oréal, empresa que a Nestlé pretende comprar. O escândalo surgiu quando veio a público uma disputa familiar pela presidência da firma de cosméticos, entre a proprietária, Liliane Bettencourt, de 87 anos, a 21.a pessoa e a primeira mulher mais rica do mundo, com 21 bilhões de dólares, e sua filha Françoise Meyers, que argumenta na Justiça estar a mãe mentalmente incapacitada e esbanjando os bens da empresa. Agora, o ex-mordomo de Liliane Bettencourt divulgou à imprensa gravações telefônicas em que ela combina diversas manobras extralegais com o ministro do Trabalho, Eric Woehl, marido da principal executiva da L'Oréal, e com o próprio presidente Sarkozy. Mas a mídia francesa, segundo Koechlin, por enquanto ainda não publicou as revelações mais importantes das gravações, preferindo dar mais atenção ao mau desempenho da França na Copa. Enquanto isso, o ex-mordomo está sendo processado por violação do sigilo telefônico.
18 de novembro de 2009
AGROEMPRESAS DO BRASIL E DE OUTROS PAÍSES EMERGENTES COMEÇAM A DESBANCAR CARGILL, DANONE E NESTLÉ
Empresas americanas e européias, como a Cargill, Tyson, Danone e Nestlé, que antes dominavam o mercado mundial de alimentos, agora estão sofrendo concorrência de conglomerados como COFCO, da China; Olam, de Cingapura; Savola e Almarai, da Arábia Saudita, e JBS, do Brasil. "Um relatório recente da Unctad apontou que sólidos 40 por cento das fusões e aquisições no campo da produção agrícola no ano passado foram Sul-Sul. Para falar claramente, a indústria de alimentos de amanhã na África será largamente incrementada por capital brasileiro, chinês e do Golfo Arábico". E mais: os novos donos de terras agrícolas em todo o mundo são fundos de ações, fundos de hedge, fundos de pensão e grandes bancos, especialmente dos EUA e Reino Unido (mas também de países como a China, Coréia do Sul - cujas empresas arrendaram metade das terras aráveis de Madagascar -, Arábia Saudita e Egito), que estão aplicando bilhões de dólares em terras de cultivo. Todas essas informações estão em artigo da revista especializada Grain, em inglês, em http://www.grain.org/front/.
Muitas vezes com ajuda de seus governos, empresas de diferentes países estão comprando terras no estrangeiro, especialmente na África, para produção para exportação. Empresas de Cingapura e da Suazilândia, por exemplo, subarrendaram terras arrendadas pelo governo das Ilhas Maurício em Moçambique, para plantar arroz para o mercado mauriciano. "'Meu chefe quer criar a primeira Exxon Mobil do setor de cultivo', disse Joseph Carvin, do Fundo Mundial de Agricultura da Altima Partners, para uma platéia de agroinvestidores globais em junho de 2009. Não é de admirar, portanto, que governos, o Banco Mundial e a ONU queiram se associar a isso. Mas não é coisa deles", e sim das empresas privadas. Também o megainvestidor George Soros aconselha investir em terras no estrangeiro, o que não é de admirar, dada a queda dos investimentos financeiros por causa da crise econômica mundial. Os alvos são terras na África, Ásia, América Latina e no ex-bloco soviético.
A nova situação foi descrita como "exportação da insegurança alimentar" por um líder da Sinergia Camponesa do Benin, antigo Daomé.
Muitas vezes com ajuda de seus governos, empresas de diferentes países estão comprando terras no estrangeiro, especialmente na África, para produção para exportação. Empresas de Cingapura e da Suazilândia, por exemplo, subarrendaram terras arrendadas pelo governo das Ilhas Maurício em Moçambique, para plantar arroz para o mercado mauriciano. "'Meu chefe quer criar a primeira Exxon Mobil do setor de cultivo', disse Joseph Carvin, do Fundo Mundial de Agricultura da Altima Partners, para uma platéia de agroinvestidores globais em junho de 2009. Não é de admirar, portanto, que governos, o Banco Mundial e a ONU queiram se associar a isso. Mas não é coisa deles", e sim das empresas privadas. Também o megainvestidor George Soros aconselha investir em terras no estrangeiro, o que não é de admirar, dada a queda dos investimentos financeiros por causa da crise econômica mundial. Os alvos são terras na África, Ásia, América Latina e no ex-bloco soviético.
A nova situação foi descrita como "exportação da insegurança alimentar" por um líder da Sinergia Camponesa do Benin, antigo Daomé.
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