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14 de maio de 2012
Venezuela: nova lei trabalhista
Segundo http://axisoflogic.com/artman/publish/Article_64508.shtml, em inglês, a Assembleia Legislativa da Venezuela aprovou a 30 de abril nova Lei Trabalhista que garante salário mínimo mensal de 700 dólares, apontado como o maior da América Latina; semana de 40 horas; descanso semanal remunerado de dois dias; proibição da terceirização em empresas estatais; aposentadoria e pensões por conta do empregador; licença-maternidade remunerada de seis semanas pré-parto e vinte semanas pós-parto, licença-paternidade remunerada de seis semanas, estabilidade de emprego para o casal durante dois anos após o parto.
11 de março de 2012
Haiti: trabalhadores exigem salário mínimo
Em http://therealnews.com/t2/index.php?option=com_content&task=view&id=31&Itemid=74&jumival=8052, o informativo The Real News divulga um vídeo sobre a situação dos trabalhadores no Haiti, que desde o terremoto têm recebido salários abaixo do mínimo legal. Um usuário desse informativo comentou que não se ouve falar de solidariedade internacional aos trabalhadores haitianos.
20 de janeiro de 2011
Balanço da ofensiva nos EUA contra os direitos trabalhistas
No programa de TV americano Democracy Now, em http://www.democracynow.org/2011/1/6/crackdown_on_organized_labor_states_call, em inglês, se detalha a ofensiva contra os direitos trabalhistas nos Estados Unidos. Diz a abertura:
"Essa ofensiva já dura décadas e faz parte de uma agenda empresarial mais ampla, bem orquestrada. O assalto tem pouco a haver com a atual crise monetária e é um exemplo eloquente daquilo que a escritora Naomi Klein chama de 'capitalismo de desatre': a elite dominante usa uma crise para concentrar ainda mais riqueza e, neste caso, pune ainda mais as classes trabalhadoras, a classe média e o setor público. Nesse debate se menciona que a classe dominante dos Estados Unidos nunca concordou com os programas do New Deal do presidente Roosevelt que criaram redes de segurança para os trabalhadores".
"Essa ofensiva já dura décadas e faz parte de uma agenda empresarial mais ampla, bem orquestrada. O assalto tem pouco a haver com a atual crise monetária e é um exemplo eloquente daquilo que a escritora Naomi Klein chama de 'capitalismo de desatre': a elite dominante usa uma crise para concentrar ainda mais riqueza e, neste caso, pune ainda mais as classes trabalhadoras, a classe média e o setor público. Nesse debate se menciona que a classe dominante dos Estados Unidos nunca concordou com os programas do New Deal do presidente Roosevelt que criaram redes de segurança para os trabalhadores".
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