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23 de dezembro de 2012
Mali: Conselho de Segurança da ONU aprova intervenção
Em http://therealnews.com/t2/index.php?option=com_content&task=view&id=31&Itemid=74&jumival=9416, se pode ler e ouvir a notícia, negligenciada pela grande mídia global, de que o Conselho de Segurança da ONU aprovou um projeto de resolução apresentado pela França, Estados Unidos e União Africana, que autoriza a intervenção no Mali de soldados de outras nações africanas. O objetivo é liquidar a virtual independência, não reconhecida internacionalmente, de parte do norte do país, que recentemente passou a ser dominada por tuaregues, muitos deles vindos da Líbia, de onde saíram depois da queda e morte de Gaddafi.
14 de outubro de 2012
Líbia: milicianos se sentem "traídos" e intensificam violência
Em reportagem intitulada "Líbia: armados e perigosos", de autoria do jornalista Bourzou Daragahi, no jornal inglês The Financial Times, o mais importante jornal econômico do mundo, em http://www.ft.com/intl/cms/s/14894600-1235-11e2-868d-00144feabdc0,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2F14894600-1235-11e2-868d-00144feabdc0.html&_i_referer=#axzz29JTA0JEw, em inglês, se informa que os milicianos islamitas líbios, que formaram as principais forças da revolução contra o regime de Gaddafi, se sentiram frustrados com os resultados das recentes eleições no país, em que saíram vencedores os laicos e os liberais pró-ocidentais. A pequena votação obtida pelos candidatos islamitas, tanto moderados como fundamentalistas, foi considerada pelos milicianos islâmicos como uma "traição" a eles, que se sentiram usados para derrubar Gaddafi sem terem conseguido o que queria, isto é, uma maior influência islamita na política e na sociedade. Diante disso, reagem vagando pelas ruas cometendo atos de violência num nível semelhante ao dos tempos em que combatiam Gaddafi.
13 de setembro de 2012
A obscura história do filme que levou à morte do embaixador americano na Líbia
A rede de TV Al-Jazira descreve em http://www.aljazeera.com/news/middleeast/2012/09/201291214042970150.html, em inglês, o filme americano "Inocência dos muçulmanos", também chamado "Vida de Maomé", que gerou protestos com mortes em países islâmicos. Segundo a Al-Jazira, a própria existência do diretor do filme, Sam Bacile, um empresário imobiliário israelense radicado há anos nos Estados Unidos, não está provada. Bacile deu entrevistas ao jornal econômico americano The Wall Street Journal, em que disse ter 52 anos, e à agência de notícias, também americana, Associated Press-AP, em que disse ter 56 anos. Em ambas as entrevistas, disse ter reunido 5 milhões de dólares de 100 doadores judeus, para fazer um filme amador de duas horas de duração. Chamou o Islã de "câncer". Teria filmado dezenas de atores na Califórnia em 2011, mas não foi localizada nenhuma notícia a respeito do filme até o mês de julho deste ano, quando apareceu no YouTube. A Comissão de Filmes da Califórnia, cuja autorização é necessária para se produzir qualquer filme no Estado, não tem em seus registros nenhuma menção a qualquer pessoa chamada Bacile, conforme notícia do jornal internético Huffington Post. Segundo Bacile nas entrevistas, o filme foi exibido uma vez só, num cinema em Hollywood e seu trailer, que está inacessível para o público, apresenta Maomé como vigarista e mulherengo e em cenas de sexo. Atores que participaram do filme disseram que não houve cenas sobre Maomé ou religião, e que foram convocados para participar de um filme chamado "Guerreiro do deserto", dirigido por Alan Roberts. Uma atriz contou que um homem chamado Bacile esteve presente às filmagens, mas disse ser egípcio e falou em árabe com outros homens. Alguns coptas (egípcios cristãos, adeptos de uma Igreja independente milenar) radicados nos Estados Unidos alardearam ter ajudado a produzir o filme e o exibem também na Internet, mas foram repreendidos pela Igreja Copta no Cairo. Este mês de setembro, a versão falada em árabe passou a ser divulgada na Web, o que originou os atuais protestos em países árabes. Jornais egípcios ligados ao regime anterior divulgaram que o filme tinha sido realizado por coptas americanos,o que tem sido interpretado como uma tentativa de direitistas coptas e muçulmanos de desestabilizarem o novo governo.
12 de setembro de 2012
Líbia estaria pior do que sob Gaddafi
Nota do Inter Press Service, em http://www.ipsnews.net/2012/07/human-rights-worse-after-gaddafi/, em inglês, informa que, segundo Nasser Al-Hawary, pesquisador do Observatório Líbio de Direitos Humanos, e que foi preso e torturado várias vezes no regime anterior e depois esteve exilado durante a vigência do regime do falecido dirigente Muammar Gaddafi, "a situação dos direitos humanos na Líbia agora está muito pior do que sob o falecido ditador Muammar Gaddafi". Al-Hawari conta que pelo menos 20 pessoas foram espancadas até a morte pelas milícias que tomaram conta do país depois da queda de Gaddafi em fevereiro do ano passado, mas que o número de assassinados deve ser muito maior. Segundo o IPS, rotineiramente ocorrem tiroteios à noite em Trípoli, a capital, e às vezes durante o dia, enquanto a situação nas províncias seria ainda pior
6 de julho de 2012
Líbia: violências continuam
Em http://www.amnesty.org/en/for-media/press-releases/libya-militia-stranglehold-corrosive-rule-law-2012-07-05, em inglês, a Anistia Internacional. na semana das primeiras eleições na Líbia pós-Gaddafi, relata que a violência continua por todo o país, incluindo detenções e prisões arbitrárias, tortura mesmo até a morte, impunidade para execuções ilegais e deslocamento forçado de populações. A grande mídia não deu destaque ao relatório.
6 de abril de 2012
Líbia: matança continua
Segundo informações da PBS, rede pública americana de TV, em http://www.pbs.org/wnet/need-to-know/security/a-hollow-victory-the-slow-unraveling-of-libya/13520/, em inglês somente num único episódio no extremo sul da Líbia, no último fim de semana, 147 foram mortas por uma das dezenas de gangues que infestam o país. A nota assinala que notícias como essa não são destacas pela mídia global, seguindo a linha da Otan e do governo americano, de que a intervenção na Líbia foi "um êxito". Além disso, a informação dá conta de que a recente revolta dos tuaregues no Norte do Mali, até agora vitoriosa, é um subproduto da queda de Muammar Gaddafi, que era apoiado pelos tuaregues no território da Líbia. Estes, com armas e bagagens, se reuniram a seus semelhantes no Mali.
8 de março de 2012
Líbia pode desintegrar-se
Segundo reportagem de Alex Spillius no jornal inglês The Daily Telegraph, em http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/africaandindianocean/libya/9126968/Libya-fears-of-disintegration-as-tribal-leaders-declare-semi-autonomous-region.html, em inglês, a Cirenaica declarou-se região semiautônoma da Líbia, em reunião em Benghazi de que participaram 3 mil chefes tribais e chefes de milícias. Além disso, o chefe do novo Conselho da Província da Cirenaica é Ahmed Al-Senussi, sobrinho-neto do ex-rei Idriss, que foi derrubado pelo falecido líder Muammar Gaddafi. O conselho visa gerir todos os assuntos da Província, com exceção da política externa, das Forças Armadas e dos recursos em petróleo, temas que continuarão sob a alçada do governo federal em Trípoli.
As três grandes Províncias da Líbia, Cirenaica, Tripolitânia e Fezzan, historicamente viveram separadas durante milênios, só tendo sido unidas pela administração otomana em meados do século 19.
As três grandes Províncias da Líbia, Cirenaica, Tripolitânia e Fezzan, historicamente viveram separadas durante milênios, só tendo sido unidas pela administração otomana em meados do século 19.
4 de março de 2012
Líbia: ONU cobra novo governo e Otan por violências
Em relatório citado pelo jornal americano The New York Times, em http://www.nytimes.com/2012/03/03/world/africa/united-nations-report-faults-nato-over-civilian-deaths-in-libya.html?_r=2&scp=4&sq=neil%20macfarquhar&st=cse, o Conselho de Direitos Humanos da ONU critica a Otan, por não ter investigado devidamente os bombardeios que mataram 80 civis líbios. Também são criticadas as novas autoridades líbias, por estarem permitido a livre ação de milícias que estão matando e perseguindo adeptos do falecido líder Muammar Gaddafi.
12 de fevereiro de 2012
Líbia: violência se espalha e atinge países vizinhos
Segundo o repórter Geoffrey York, do jornal canadense The Globe and Mail, em http://www.theglobeandmail.com/news/world/worldview/post-gadhafi-violence-spills-over-to-west-africa/article2334278/, em inglês, centenas de milícias independentes umas das outras continuam praticando violências na Líbia. Só na cidade de Misrata, estão em ação 250 grupos armados. Em toda a Líbia, essas milícias promovem assaltos, assassínios, cárcere privado e torturas. Além disso, tuaregues que pertenciam às forças do governo de Muammar Gaddafi estão fomentando violências nos países vizinhos, principalmente no Mali, mas também na Nigéria e na Mauritânia.
20 de janeiro de 2012
Líbios descobrem que liberdades estão em risco, diz a revista Time
Em http://mail.mailig.ig.com.br/mail/?AuthEventSource=SSO#inbox/134f7a5b49587a24, em inglês, o correspondente da revista americana Time em Trípoli, Líbia, Steven Sotloff, afirma que os líbios estão descobrindo que não conquistaram as liberdades esperadas no novo regime, pois os fundamentalistas islâmicos cometem violências de um lado contra qualquer tentativa de modernização, como a venda de bebidas, e de outro contra as correntes religiosas tradicionais, como os salafitas, não referendadas pelos fundamentalistas. Sotloff diz que o clima entre os fundamentalistas e os islamitas moderados é de "guerra".
Já o informativo argentino Cadeia Mariano Moreno, em http://www.cadenamarianomoreno.com.ar/?p=26770, em castelhano, dá conta de que fontes oficiais afirmaram que antigos rebeldes antigaddafitas tentaram duas vezes matar o novo comandante do Exército, Khalifa Hefter, no sábado dia 14 de janeiro, em ataques a seu comboio junto ao aeroporto da capital líbia. Os ex-rebeldes vinham da região montanhosa de Zintan e teriam matado um guarda e ferido outras quatro pessoas. Porta-vozes dos ex-rebeldes, entretanto, desmentiram essas informações oficiais.
Já o informativo argentino Cadeia Mariano Moreno, em http://www.cadenamarianomoreno.com.ar/?p=26770, em castelhano, dá conta de que fontes oficiais afirmaram que antigos rebeldes antigaddafitas tentaram duas vezes matar o novo comandante do Exército, Khalifa Hefter, no sábado dia 14 de janeiro, em ataques a seu comboio junto ao aeroporto da capital líbia. Os ex-rebeldes vinham da região montanhosa de Zintan e teriam matado um guarda e ferido outras quatro pessoas. Porta-vozes dos ex-rebeldes, entretanto, desmentiram essas informações oficiais.
6 de janeiro de 2012
Líbia: violência estaria continuando, mas não estaria sendo noticiada
Segundo a edição em inglês do jornal russo Pravda, em http://english.pravda.ru/opinion/columnists/04-01-2012/120153-libya_latest-0/, apenas nesta primeira semana do ano morreram dezenas de pessoas apontadas como "terroristas" em tiroteios e fuzilamentos na Líbia, em Trípoli, Sirta e outras cidades. O artigo, de Timothy Bancroft-Hitchen, diz que a imprensa ocidental não está noticiando essas violências.
7 de novembro de 2011
Gaddafistas estariam se reagrupando no Sahel
Segundo nota do repórter Franklin Lamb na revista Counterpunch, em http://www.counterpunch.org/2011/11/04/libya%E2%80%99s-liberation-front-organizing-in-the-sahel/, em inglês, centenas de líbios armados, partidários do líder assassinado Muammar Gaddafi, estariam se reagrupando no Sahel, a área de areia queimada que separa o deserto do Saara das savanas mais ao sul, para montar ações de guerrilha contra o recém-instalado governo da Líbia. Eles estariam agindo dos dois lados das fronteiras líbias com o Mali, Argélia, Níger, Chade e Sudão.
6 de novembro de 2011
Líbia ajuda repressão a baathistas no Iraque
Segundo informações da publicação France Irak Actualité, em http://www.france-irak-actualite.com/article-mustapha-abdeljalil-va-denoncer-un-complot-baasiste-a-bagdad-87510269.html, em francês, nos últimos dias foram detidos no Iraque cerca de seiscentos antigos integrantes do Partido Baath, o partido de Saddam Hussein, suspeitos de estarem participando de um complô para derrubar o governo. A nota ainda acrescenta que Mustafá Abdeljalil, dirigente do Conselho Nacional de Transição da Líbia, é que levou uma lista de conspiradores, encontrada no serviço secreto líbio, em sua recente viagem a Bagdá.
2 de novembro de 2011
Líbia já teria restringido direitos das mulheres outorgados pelo regime de Gaddafi
Segundo nota do comentarista Ernesto Viegas Poliak, na publicação Letra Terca, divulgada na lista argentina de notícias argentina Reconquista Popular pela colisteira Carola Chávez,
< tongorocho@gmail.com >, o novo governo líbio, ao instaurar as Leis da Sharia, já anulou as regulamentações do regime de Gaddafi, que impunham a monogamia e afirmavam que, em caso de divórcio, a residência do casal seria considerada de propriedade da ex-esposa. Agora, os homens líbios podem casar ao mesmo tempo com quatro mulheres e ficam com todas as propriedades do casal em caso de divórcio.
< tongorocho@gmail.com >, o novo governo líbio, ao instaurar as Leis da Sharia, já anulou as regulamentações do regime de Gaddafi, que impunham a monogamia e afirmavam que, em caso de divórcio, a residência do casal seria considerada de propriedade da ex-esposa. Agora, os homens líbios podem casar ao mesmo tempo com quatro mulheres e ficam com todas as propriedades do casal em caso de divórcio.
27 de outubro de 2011
Tropas do Catar lutaram na Líbia contra Gaddafi
Na primeira admissão pública de um governo de que tropas estrangeiras terrestres atuaram contra o regime de Muammar Gaddafi na Líbia, segundo informação da TeleSur em http://www.telesurtv.net/secciones/noticias/99473-NN/qatar-revela-que-cientos-de-sus-soldados-participaron-en-ataque-imperialista-contra-libia/, em castelhano,o chefe do Estado-Maior do Catar, general Hamad Ben Ali Al-Attiya revelou na quarta-feira 26 de outubro que centenas de soldados de seu país atuaram na vitoriosa rebelião na Líbia, fazendo a ligação entre a Otan e os rebeldes.
26 de outubro de 2011
Gaddafi teria sido sodomizado por rebeldes
Segundo nota publicada em http://www.informationclearinghouse.info/article29508.htm, em inglês, um vídeo demonstraria que Muammar Gaddafi foi sodomizado com um cacete ou com uma faca por um dos rebeldes líbios que o capturaram, no episódio que deu origem a seu assassínio.
17 de outubro de 2011
Líbia: vitoriosos, rebeldes torturam prisioneiros, diz a Anistia Internacional
Segundo reportagem de Hannah Allam, no jornal americano The Miami Herald, em http://www.miamiherald.com/2011/10/12/2451208/libyan-rebels-abuse-torture-prisoners.html, em inglês, a Anistia Internacional denunciou que os rebeldes vitoriosos na Líbia estão mantendo em cárceres improvisados, por exemplo em escolas e em campos de futebol, mais de 2.500 prisioneiros tidos como partidários de Muammar Gaddafi, sem nenhuma acusação até agora, sujeitos a espancamentos e outros maltratos. A Anistia anotou inclusive casos em que houve ordens de soltura que não foram cumpridas. Importante: metade dos prisioneiros são negros.
13 de outubro de 2011
Líbia: os interesses mais profundos dos EUA
Uma frase do embaixador dos Estados Unidos na Líbia, Gene A. Cretz, reproduzida em http://gowans.wordpress.com/2011/09/24/us-ambassador-echoes-cecil-rhodes/ pelo jornalista Stephen Gowans , dá uma ideia mais clara da importância do país para os grandes interesses americanos.
"Sabemos que o petróleo é a joia da coroa dos recursos naturais líbios, mas mesmo no tempo de Gaddafi eles estavam começando de A a Z em termos de construir infraestruturas e outras coisas. Se conseguirmos trazer companhias americanas aqui numa escala razoavelmente grande, o que vamos tentar de fazer tudo para alcançar, então isso vai redundar em melhorar a situação nos Estados Unidos com respeito a nossos próprios empregos."
"Sabemos que o petróleo é a joia da coroa dos recursos naturais líbios, mas mesmo no tempo de Gaddafi eles estavam começando de A a Z em termos de construir infraestruturas e outras coisas. Se conseguirmos trazer companhias americanas aqui numa escala razoavelmente grande, o que vamos tentar de fazer tudo para alcançar, então isso vai redundar em melhorar a situação nos Estados Unidos com respeito a nossos próprios empregos."
30 de setembro de 2011
Gaddafi reúne 12 mil novos soldados
Segundo a Debka, serviço privado de informações baseado em Israel, em http://www.debka.com/article/21335/, em inglês, o ex-líder líbio Muammar Gaddafi e seus aliados conseguiram mobilizar mais 12 mil combatentes, entre as tribos tuaregues de todo o Norte da África. Os tuaregues são nômades que não reconhecem as fronteiras entre os países norte-africanos e costumam criar problemas para as autoridades em todos esses países, mas sempre foram fiéis a Gaddafi, que os usava para ações armadas nos países vizinhos.
28 de setembro de 2011
Vitoriosos, rebeldes líbios perseguem negros
Em http://www.washingtonpost.com/world/middle-east/in-libya-the-peril-of-being-black/2011/09/09/gIQAY2FoFK_print.html, em inglês, o jornal americano The Washington Post publica reportagem segundo a qual os rebeldes líbios, agora vitoriosos, estão perseguindo e atacando, até matando, negros civis por serem negros, sob o título "Na Líbia, o perigo de ser preto". Os negros constituem 1,5 milhão, um quarto da população total de seis milhões de habitantes. Os rebeldes argumentam que os negros apoiavam Gaddafi. A situação está tão precária que já existem campos de refugiados negros. A Human Rights Groups afirmou que os ataques, assassínios e confinamento de negros pelos rebeldes vitoriosos constituem "perseguição racial".
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