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15 de junho de 2013

Bilionário chinês ganha na Nicaraguá concessão para construir canal rival ao do Panamá

Segundo nota da agência Associated Press, reproduzida em http://www.newsobserver.com/2013/06/13/2961322/nicaragua-approving-massive-canal.html, em inglês, o bilionário chinês Wang Jing ganhou do governo da Nicarágua concessão para projetar e construir através do país um canal entre os Oceanos Atlântico e Pacífico, para rivalizar com o vizinho Canal do Panamá. Entretanto, a empresa chinesa vai primeiramente fazer um estudo de viabilidade econômica do novo canal e, se o resultado do estudo for negativo, ela não será obrigada a abrir o canal.

14 de junho de 2013

O outro lado do milagre chinês

Resenha para a revista Retrato do Brasil - As maiores migrações da história da humanidade, na China contemporânea - Renato Pompeu - “Areia dispersa”, assim são conhecidos na China os 200 milhões de camponeses desorganizados que, a cada ano, deixam o seu município em busca de melhores condições de vida, o que na esmagadora maioria dos casos não conseguem. Literalmente escorraçados de seus lares e terras de cultivo por causa da estagnação da economia, ou de ações malévolas de autoridades corruptas, que abrem caminho para outorgar terras a grandes empresas, alguns dos mais afortunados conseguem emprego em minas subterrâneas, onde fazem trabalhos extenuantes por menos de um real por dia; outros, na Província de Henan, vendem seu sangue até três vezes por dia para clínicas, hospitais e bancos de sangue. A grande maioria se amontoa em barracos miseráveis na periferia das grandes cidades, fora das vistas da população urbana que está inserida no dinamismo estonteante do chamado milagre econômico chinês. Dos que trabalham nas minas, 3 mil morrem por ano em deslizamentos e soterramentos, a única ocasião em que a grande mídia se dá conta de sua existência. Deles, 130 milhões mudam não somente de município, mas deixam também sua província natal, e centenas de milhares saíram do país, dos quais 55 mil moram, por exemplo, em Moscou, igualmente em barracos miseráveis. A saga dessas migrações em massa, as maiores da história da espécie humana, é relatada no livro “Scattered Sand – The History of China’s Rural Migrants” (“Areia dispersa – a história dos migrantes rurais da China”), lançado em inglês, em agosto último, em Londres e Nova York, pela Verso. A autora, Hsiao-Hung Pai, é uma jornalista nascida em Taiwan em 1968, mas que se radicou na Grã-Bretanha desde 1991. Como ela descende de uma família que fugiu da China Comunista, talvez se pudesse alegar que seu livro é produto de um reacionarismo ressentido. No entanto, o livro foi editado pela Verso, uma editora que publica somente livros de autores esquerdistas, na quase totalidade marxistas. Essa jornalista colabora no jornal progressista inglês “The Guardian”, uma voz dissonante do coro dos contentes do pensamento único neoliberal. Ela é autora de um livro anterior, que resultou no filme “Fantasmas”, de 2006, disponível nas locadoras brasileiras e que relata a vida dos “trabalhadores fantasmas”, isto é, sem registro, nem contrato. Esses 200 milhões de migrantes constituem um terço da população economicamente ativa da China, mas ganham no máximo metade do salário mais baixo entre os trabalhadores regularmente registrados no país. Não têm acesso à saúde pública, ou a qualquer tipo de sistema de saúde, e também seus filhos não têm nenhum acesso à educação. As mineradoras, indústrias e construtoras em que trabalham não os contratam formalmente, não garantem nada em termos de condições de segurança do trabalho, e muitas vezes, a certa altura, deixam de pagar os próprios salários desses trabalhadores não-registrados. Não apenas o confisco de suas terras para serem outorgadas a grandes empresas os leva a abandonar seus municípios, mesmo suas províncias e até o seu país. Um dos grandes problemas é a inexistência de saúde pública no campo. Para pagar os caros serviços médicos privados prestados a eles ou a seus parentes, os camponeses têm de migrar em busca de trabalhos que lhes rendam mais dinheiro do que nos precários serviços que podem encontrar nas suas aldeias originais. Nas cidades, não são considerados cidadãos, pois apenas gozam da cidadania os que contam com registro de residência urbana. Os camponeses, mesmo migrados para as cidades, continuam tendo registro de residência rural, que não garante tantos direitos quanto o registro de residência urbana. Talvez um dos lados piores da situação desses migrantes é que eles não contam com nenhuma simpatia das autoridades ou das classes médias urbanas, que os encaram como gente ignorante e incompetente, incapaz de garantir a sua própria sobrevivência, e que enfeia a paisagem das cidades – isso nos raros casos em que as autoridades ou as pessoas das classes médias tomam conhecimento de sua existência.

29 de abril de 2013

China: "sumiram" 28 mil rios em 20 anos

Segundo artigo de Angel Hsu e William Miao na revista americana The Atlantic, em http://www.theatlantic.com/china/archive/2013/04/28-000-rivers-disappeared-in-china-what-happened/275365/,em inglês, as autoridades chinesas reconheceram que, dos 50 mil rios existentes nos mapas do país há 20 anos, cerca de 28 mil não foram encontrados nos últimos levantamentos hidrográficos. Ainda de acordo com esses jornalistas, as autoridades atribuem o "desaparecimento" dos rios em parte a erros nos mapas de duas décadas atrás, em parte a "mudanças climáticas". O problema, dizem Hsu e Miao, é que nenhuma autoridade reconhece que pelo menos parte das "mudanças climáticas" se devem a práticas errôneas de gestão dos recursos naturais.

28 de abril de 2013

Kissinger opina que China vai decair e ganha debate

Há tempo a seguinte resenha minha foi publicada no Diário do Comércio de São Paulo: A China, tema de um inédito debate com Henry Kissinger Renato Pompeu O livro “O século XXI pertence à China? – Um debate sobre a grande potência asiática”, editado no Brasil pela Campus, a partir da publicação original canadense em 2011, apresenta as intervenções, numa discussão sobre o futuro da China e do mundo nas próximas décadas, realizada em junho do ano passado em Toronto, no Canadá, entre nomes prestigiosos da política, da ciência histórica, da economia e do jornalismo. O debate foi promovido pela Fundação Aurea, fundada em 2006 pelo casal de milionários canadenses Peter e Melanie Munk para fomentar e divulgar debates e pesquisas de assuntos de interesse público. O Debate Munk, como é chamada a série, com ingressos que chegam a 90 dólares canadenses por interessado, é realizado de uma forma particularmente interessante. Às 7 horas da noite, antes de se iniciarem as discussões, o público presente vota “sim” ou “não” à pergunta em questão, no caso se o século 21 pertence à China. Se seguem as intervenções dos debatedores, que mais adiante discutem entre si e depois respondem às perguntas do público. Daí há uma segunda votação e o resultado é anunciado às 9 horas da noite. Isso permite avaliar se as discussões ajudaram a mudar a opinião dos espectadores. Entre os debatedores, se destacou o grande político americano nascido na Alemanha, Henry Kissinger, 89 anos, que dirigiu o Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos de 1965 a 1975 e foi secretário de Estado no governo Richard Nixon, de 1973 a 1979. Note-se que, apesar de décadas e décadas de vida pública, essa foi a primeira vez, em toda a sua vida, que Kissinger participou de um debate público. Kissinger é bastante qualificado para falar da China, pois foi o encarregado das gestões com o governo chinês a partir das quais o presidente Mao Zedong convidou o presidente Nixon para visitar a China, na chamada diplomacia do pingue-pongue, uma manobra espetacular de Washington e Pequim para diminuir, cada um de seu lado, a influência de Moscou no cenário mundial. O importante é que Kissinger responde “não” à pergunta do título do livro, argumentando que a China tem um problema demográfico monumental e que, assim, não há sentido em imaginar que seu grande progresso das últimas décadas vai prosseguir sem grandes sobressaltos por um tempo indefinido. Mas a isso se contrapõe o “sim” do renomado historiador britânico Niall Ferguson, que recentemente lançou livros, muito elogiados, sobre o colapso, já ocorrido, do Império Britânico, e sobre a decadência, que ele calcula inexorável, do Império Americano. Ferguson defende a tese de que, nos próximos dez ou vinte anos, não existe possibilidade de a economia chinesa sair dos trilhos. Entra aí, reforçando o “não” de Kissinger, o jornalista americano nascido na Índia Fareed Zakaria, da rede televisiva CNN. Muito prestigiado como comentarista internacional, ele considera que a China está entrando em uma nova era, mas que está despreparada, ideologicamente e organizacionalmente, para enfrentar os novos tempos. Isso faz eco às preocupações recentemente expressadas pelo próprio governo chinês, segundo as quais, no cenário exterior, a Europa e os EUA em crise deverão comprar menos produtos da China, e, no cenário nacional, a população em geral vai exigir participar das benesses proporcionadas pelo boom econômico, até aqui partilhadas apenas por setores privilegiados. Mas o economista chinês David Daokui Li, professor universitário em Pequim e membro da direção do Banco Central de seu país, responde “sim” à pergunta da noite, afirmando que a China encontrou uma nova maneira de controlar a economia de mercado que evita as crises periódicas que costumam acontecer em países capitalistas, sempre seguidas de novas fases de crescimento. Os chineses teriam descoberto a mágica de um capitalismo regulado para não ter crises.

19 de abril de 2013

A civilização industrial é insustentável, diz revista do PC chinês

Em http://ouleft.sp-mesolite.tilted.net/?p=1303, em inglês, se reproduz artigo de Jiang Chunyun na edição em inglês do Qiushi Journal, publicação do Comitê Central do Partido Comunista Chinês, Vol.5 No.1 1.o de janeiro 1, 2013, em que se defende a tese de que "chegamos à percepção profunda de que a civilização industrial é insustentável". Isso no país, hoje em dia, mais industrializado do mundo e que continua avançando rumo a uma industrialização ainda mais intensa, com todo os seus corolários de dramas ambientais e existenciais.

16 de abril de 2013

Poluição na China

O colunista de economia Murilo Humberto Fernandes Vieira (googlar nome) indica: 9:02am Apr 12 Poluição na China. Chocante que 70% dos rios chineses estão poluídos, que as cidades estão com poluição de ar insuportáveis e que o mar já não tem mais condições de pesca. Calcula-se perdas de 3,5 a 8% do PIB em meio ambiente, que só estão se acumulando. Este não é um modelo de desenvolvimento sustentável, causando inclusive câncer de estòmago em habitantes das regiões rineirinhas do Rio Whampoa, que deságua em Xangai. http://www.foreignaffairs.com/articles/139141/thomas-n-thompson/choking-on-china?page=2&cid=nlc-this_week_on_foreignaffairs_co-041113-choking_on_china_3-041113

6 de setembro de 2012

Foxconn tem 1,2 milhão de operários

Em http://talkingunion.wordpress.com/2012/09/01/chinese-students-and-workers-confront-global-capitalism-at-foxconn/, há uma detalhada descrição, em inglês, de como trabalham na China os 1,2 milhão de jovens operários da taiwanesa Foxconn, que cumprem jornada de pelo menos 60 horas semanais, recebem salário mínimo, não têm nenhum direito trabalhista e fabricam metade dos componentes de aparelhos eletrônicos de todo o mundo. O texto também relata as lutas pela melhoria dos salários e das condições de trabalho.

17 de julho de 2012

China e Brasil, os destaques das 500 maiores empresas do mundo

A impressionante ascensão das empresas chinesas e a importante presença do Brasil na lista das 500 maiores empresas do mundo elaborada pela revista americana Fortune, mais a decadência das empresas dos Estados Unidos, podem ser avaliadas segundo o artigo abaixo, publicado em castelhano na lista argentina de notícias Reconquista Popular, em mensagem de Néstor Gorojovsky < nmgoro@gmail.com > GEntileza Andrés Soliz Actualizado el 2012-07-16 a horas: 06:26:00 EE.UU. decae y China desplaza a Japón en el ranking de las 500 multinacionales más poderosas del mundo Petroleras y bancos se enriquecen en plena crisis capitalista Redacción Bolpress Las petroleras, los bancos y los fabricantes de automóviles, en ese orden, encabezan el ranking de las 500 multinacionales con récords de facturación e ingresos en 2011. De las 10 multinacionales que más se enriquecieron en plena crisis capitalista, siete son transnacionales petroleras con sede en Inglaterra, China y Estados Unidos. Las ganancias de las 500 multinacionales más grandes del planeta crecieron 13,2% en 2011, con negocios por 29.500 millones de dólares, reveló la revista Fortune al publicar el 9 de julio un adelanto de su ranking anual 2012. En la posición número uno aparece la petrolera Royal Dutch Shell (Países Bajos), seguida por Exxon Mobil de EE.UU. (2); Walmart de EE.UU. (3); la británica British Petroleum BP (4); las chinas Sinopec Group (5) y China National Petroleum (6); la compañía eléctrica china State Grid (7); las estadounidenses Chevron (8) y Conoco Phillips (9), y la japonesa Toyota Motor en el puesto 10. En 2011 Toyota perdió el liderazgo mundial en las ventas de vehículos y cayó a la tercera posición, después de la estadounidense General Motors y la alemana Volkswagen, pero obtuvo ganancias de 235.364 millones de dólares.En junio, las ventas de vehículos de Japón y Surcorea registraron un incremento del 22% en el mercado norteamericano. Toyota acumuló en los primeros seis meses del año un repunte del 29% en la comercialización de vehículos, y logró una participación del 14,4% del mercado norteamericano. En el ranking de Fortune por países, Estados Unidos se consolida en el primer lugar con 132 empresas, seguido de China (73), Japón (68), Francia (32), Alemania (32), Reino Unido (27), Suiza (15), Corea del Sur (13), Holanda (12), Canadá (11), Australia e Italia (9), Brasil, India y España (8), Rusia (7), Taiwán (6), Bélgica y Suecia (4), México (3), Irlanda, y Luxemburgo y Singapur (2). Con una sola empresa en el listado 2012 aparecen Colombia, Venezuela, Arabia Saudí, Tailandia, Turquía, Emiratos Árabes Unidos, Austria, Dinamarca, Finlandia, Hungría, Luxemburgo, Malasia, Noruega y Polonia Estados Unidos continúa en el primer lugar con 132 empresas, menos que las 197 que tenía una década atrás. Este año la petrolera Exxon Mobil fue desplazada por el gigante anglo-holandés Royal Dutch Shell, mientras que la distribuidora estadounidense Walmart que lideró el ranking en 2009 y 2010 cayó a la tercera posición. Otro de los grandes perdedores, el grupo canadiense Research In Motion fabricante del teléfono BlackBerry, quedó fuera de la lista de las 500 empresas más importantes del mundo. [1] En el listado de las 500 compañías más grandes del mundo confeccionado por Fortune destaca el ascenso de China al segundo lugar, desplazando a Japón a la tercera posición. El número de empresas chinas registradas en el top 500 aumentó de 11 en 2002 a 73 en 2012. Tres compañías chinas clasifican entre las 10 empresas más importantes del mundo: Sinopec Group (que logró 375.214 millones de dólares de beneficios en 2011); China National Petroleum, con 352.338 millones, y State Grid, con 259.142 millones de dólares de ingresos. Europa en su conjunto perdió 11 representantes en el top 500 como consecuencia de la crisis bancaria. La primera empresa europea del ranking 2012 de Forbes es la francesa Total (11), seguida por la alemana Volkswagen (12), la suiza de materias primas Glencore International (14), y las energéticas alemana E.ON (16) e italiana ENI (17). La primera firma de España es el Banco Santander (44), seguido por Telefónica (82), Repsol YPF (90), Iberdrola (230), ACS (240), Gas Natural Fenosa (376) y el Grupo Mapfre (378). Este año Fortune incluyó en su elenco a ocho empresas brasileras, dos mexicanas, una colombiana y una venezolana. Las tres primeras de Latinoamérica son Petrobras de Brasil (23), la mexicana Pemex (34) y la venezolana PDVSA (36). En el último año Petrobras escaló del puesto 34 al 23 y PDVSA del 66 al 36. Mucho más atrás figuran la colombiana Ecopetrol (303) y la Comisión Federal de Electricidad (CFE) de México (470). Las petroleras se enriquecen contaminando El gigante petrolífero anglo-holandés Royal Dutch Shell, primero en el ranking de Fortune, facturó el año pasado 484.489 millones de dólares y obtuvo beneficios por 30.918 millones de dólares. Este año explora yacimientos en aguas del Ártico, de donde prevé extraer al menos 90 mil millones de barriles de crudo en los próximos 10 o 20 años, soslayando los graves riesgos ambientales. En agosto de 2011 la Shell confirmó el escape de crudo en una de sus plataformas en el Mar del Norte, a 180 kilómetros de Aberdeen, Escocia. Desde el 10 de agosto más de 200 toneladas de petróleo fueron derramadas al océano y la mancha de crudo cubrió un área superior a los 10 kilómetros cuadrados. También en agosto del año pasado, el Programa de la ONU para el Medio Ambiente (PNUMA) determinó que la Shell violó normas de seguridad en la manipulación del combustible, una de las causas fundamentales del derrame de petróleo en la región de Ogoni, Nigeria. La compañía asumió su responsabilidad y prometió indemnizar a las etnias afectadas por el siniestro. Exxon Mobil, la segunda del ranking 2012, obtuvo ingresos por 452.926 millones de dólares en 2011, y además recibió 250 millones de dólares de PDVSA como compensación por la nacionalización de sus activos en la Faja Petrolífera del Orinoco en 2006. La transnacional demandó a Venezuela en 2008 reclamando 907 millones de dólares de indemnización. Exxon y la petrolera rusa Rosneft firmaron un acuerdo para la explotación conjunta de un yacimiento de difícil acceso en Siberia y en otros tres bloques en la zona de Prinovzhemel Oriental, en el mar de Kara. Rosneft solicitó autorización para el inicio de la extracción de hidrocarburos en al menos 20 nuevos yacimientos con reservas conjuntas de unos 24.500 millones de toneladas en la plataforma marina, que se sumarían a otros 29 proyectos en ejecución con 26 mil millones de toneladas de crudo, 80% en la zona Ártica y semiártica. Exxon Mobil es la principal responsable del derrame de petróleo en el río Yellowstone, en Estados Unidos. En los últimos años las autoridades regulatorias del país del norte le llamaron la atención dos veces por la violación de normas de seguridad; y sin embargo la transnacional continuó operando el oleoducto Silvertip, en uso hace dos décadas, el cual suministra diariamente 40 mil barriles del carburante (4,79 millones de litros) a una refinería en Billings, cerca del Parque Nacional Yellowstone en Montana. Después de explorar la línea en julio de 2009, la Administración de Seguridad de Oleoductos y Materiales Peligrosos (PHMSA en inglés) entregó una carta de aviso a Exxon respecto a una filtración de petróleo de alguna de las válvulas y la responsabilizó por no abordar a tiempo problemas de corrosión en el oleoducto. La rotura de la tubería que pasa debajo del cauce derramó hasta mil barriles de crudo en el río. Las autoridades ambientales calificaron de preocupante la contaminación provocada ya que el río no cuenta con diques que impidan o aminoren el paso de la columna de petróleo que se desplazaba a una velocidad de entre 8 y 11 kilómetros por hora y amenazaba con contaminar cauces en Dakota del Norte. Exxon admitió que la fuga de petróleo podía extenderse más allá de los pronósticos iniciales. Las autoridades informaron que el crudo llegó a 130 kilómetros de distancia, por lo que hubo necesidad de evacuar a poblaciones en las márgenes del río, y en mayo el ducto fue cerrado temporalmente. La británica BP, cuarta en el ranking de Fortune, logró ganancias por 386.463 millones de dólares en 2011. Esta transnacional también se vio implicada en sonados casos de contaminación en los últimos años, incluido el peor desastre ecológico en Estados Unidos. En abril de 2010, la plataforma Deepwater Horizon arrendada a BP en el golfo de México sufrió una serie de explosiones que costaron la vida a 11 personas y causaron un vertimiento de crudo durante 87 días que afectó a más de 4.800 kilómetros cuadrados de zonas pantanosas y playas. Se estima que más de seis mil aves de diversas especies murieron por la contaminación en el peor desastre ecológico ocurrido en Estados Unidos. Al momento del accidente la plataforma de BP exploraba yacimientos submarinos a 68 kilómetros al sureste de Venice, Luisiana. En marzo de 2012, el grupo petrolero británico se comprometió indemnizar con 7.800 millones de dólares a los afectados, de los cuales unos 2.300 millones de dólares se destinarán al sector pesquero. Se estima los costos del vertido del hidrocarburo ascienden a 41 mil millones de dólares. La estadounidense Chevron, octava en el ranking de Fortune, obtuvo el año pasado 245.621 millones de dólares de ingresos, y es una de las principales responsables del desastre ambiental en la Amazonia de Ecuador. La justicia ecuatoriana sancionó a Chevron con una multa de 18 mil millones de dólares por los desastres ocasionados desde 1964 junto a la Gulf, y en Brasil fue responsabilizada del derrame de 2.400 barriles de crudo en noviembre de 2011. La empresa europea mejor clasificada en el ranking de Forbes, en la posición 11, es la petrolera francesa Total 11, implicada en un grave accidente en la plataforma Elgin en el Mar del Norte, frente a Escocia. El 25 de marzo fue detectada una fuga de gas en una formación rocosa a 4 mil metros de profundidad y desde entonces escapan diariamente más de 200 mil metros cúbicos de gas formando una nube alrededor de la instalación. Se trata del mayor accidente registrado en el Mar del Norte en los últimos 10 años. El cartel petrolero privilegiado en EE.UU. Chevron, Shell US, BP America, Conoco Phillips y Exxon Mobil gozan de privilegios impositivos cercanos a los dos mil millones desde la administración de George W. Bush, y en los últimos meses fueron acusadas en el Congreso de enriquecerse a expensas del ciudadano estadounidense. El presidente de la comisión de Finanzas del Senado Max Baucus no se explica por qué las petroleras necesitan recortes impositivos, cuando sus ganancias ascendieron a más de 35 mil millones de dólares solo en el primer cuatrimestre de 2012. La comisión congresal también investiga es el grado de responsabilidad de las transnacionales petroleras en el incremento de los precios de la gasolina. El presidente Barack Obama culpó directamente a los “especuladores” de la subida del combustible hasta 3,84 dólares el galón, el nivel más alto desde agosto de 2008. El presidente Obama pidió al Congreso legislar en beneficio de los contribuyentes en un momento en el que los precios de la gasolina esquilman al ciudadano medio, mientras los grandes consorcios ganan millones sin necesidad de privilegios fiscales. Por ejemplo, la corporación Exxon se embolsilla 4,7 millones de dólares cada 60 minutos, y además es uno de los grupos beneficiados con los más de dos mil millones de dólares en exenciones monetarias federales. Estas empresas están ingresando más dinero que nunca y el Congreso aún les otorga millones de dólares en contribuciones cada año, eso es poco comprensible, acentuó Obama, y presentó un proyecto para eliminar los subsidios a petroleras estadounidenses. Sin embargo, su iniciativa fue rechazada en marzo por la bancada republicana en el Senado. En abril Obama exigió al Congreso aprobar su iniciativa para regular el mercado petrolero y frenar la especulación. Solicitó otorgar a la Comisión de Negociación de Futuros de Materias Primas (CTFC en inglés) la autoridad para exigir a los operadores disponer de más garantías al negociar en las bolsas. El 21 de abril el gobierno de Obama anunció la creación de un grupo de trabajo que investigará los fraudes en el sector energético y estará integrado por funcionarios del Departamento de Justicia, la Asociación Nacional de Procuradores Generales, la Comisión Federal de Comercio, el Departamento del Tesoro, la Reserva Federal, la Comisión de Bolsa y Valores, y los departamentos de Agricultura y Energía. El fiscal general Eric Holder aseguró que el grupo supervisará la evolución de los mercados, la oferta y demanda; y el papel de los inversores y operadores de índices en los mercados de futuros petroleros. La comisión estudiará si existe manipulación de precios, y fraudes, colusión o declaraciones falsas en las ventas minorista y mayorista que violen la legislación o perjudiquen al consumidor. El fiscal general Eric Holder afirmó que se mantendrán vigilantes en la supervisión de los mercados del petróleo y el gas para que los consumidores puedan confiar en que no están pagando precios más altos como consecuencia de la actividad ilegal. El presidente ejecutivo de Chevron John Watson calificó las medidas que encaminan los legisladores de la mayoría demócrata como “anticompetitivas y discriminatorias”, mientras que el presidente ejecutivo de Conoco Phillip James Mulva aseveró que un incremento de los impuestos llevará a una menor inversión, menos producción, y seguramente mayores costos por galón. Los bancos quiebran, Los bancos comerciales son la segunda industria más próspera en el Global 500 de Forbes, aunque podrían ser los verdaderos dueños del mundo, según un estudio del Instituto Federal Suizo de Tecnología. Un núcleo de 147 empresas europeas, norteamericanas y japonesas, en la mayoría de los casos institutos financieros y compañías de seguros, controla el 40% de las actividades económicas del planeta a través de inversiones selectivas en las 43.060 principales corporaciones industriales del “primer mundo” revela el informe. En el ranking 2012 de Forbes destacan el Bank of America Corp. en la posición número 13, seguido por el J.P. Morgan Chase & Co. (16), el banco holandés ING (18) y el Citigroup (20). Las entidades financieras mejor clasificadas entre las posiciones 20 y 40 son Wells Fargo (26), Morgan Stanley (68), Goldman Sachs Group (80), el Banco Industrial & Comercial de China Ltd, el Banco de la Construcción de China, el Banco Agrícola de China Ltd y el Banco de China. La primera empresa española es el Banco Santander (44), seguido por BBVA (186). Según la Asociación Española de Banca (AEB), las entidades financieras de ese país obtuvieron un beneficio neto conjunto de 9.328 millones de euros entre enero y septiembre de 2011. De manera contraria, 42.879 familias españolas perdieron sus viviendas en el mismo período ante la imposibilidad de pagar hipotecas o alquileres, reveló el Consejo General del Poder Judicial (CGPJ). Los procedimientos de desahucio presentados en los juzgados de España en el tercer trimestre de 2011 ascendieron a 10.869, un 14,2% más que en similar lapso del ejercicio precedente. Las estadísticas del CGPJ señalan, además, que entre julio y septiembre los bancos iniciaron 14.894 ejecuciones para quedarse con las viviendas. En el acumulado anual, se contabilizaron hasta esa fecha 57.136 ejecuciones, frente a las 71.488 de 2010, que volvió a ser un año récord en este tipo de procesos, al contabilizarse 93.636 actuaciones judiciales. También llama la atención que los bancos “top” de Estados Unidos sean los mismos que fueron “rescatados” de la bancarrota con el Programa de Alivio para Activos en Problemas (TARP en inglés), puesto en práctica para “salvar” a grandes bancos y empresas de la crisis, según un informe del Centro de Política Responsable (CRP). El TARP tendrá un costo total de 19 mil millones de dólares de fondos de los contribuyentes, estima la Oficina de Presupuesto del Congreso. Varios congresistas estadounidenses, tanto republicanos como demócratas, aparecen entre los beneficiados. Por ejemplo, el líder de la mayoría de la Cámara de Representantes, el republicano John Boehner, y muchos otros legisladores invirtieron en firmas como Goldman Sachs, beneficiada por el gobierno con un “rescate” de 10 mil millones de dólares. Según CRP, nueve de los parlamentarios que invierten sus capitales en estas empresas y bancos rescatados “ocupan cargos en poderosos comités legislativos, que en algunos casos están encomendados de regular al gigante de Wall Street”. En conjunto, unos 19 legisladores invirtieron entre 480 mil y 1,1 millones de dólares en Goldman Sachs en 2010. Entre los congresistas republicanos figuraron Richard Berg, Vernon Buchanon, Eric Cantor, Larry Buscón, Jack Kingston, Randy Neugebauer, Phil Roe, Paul Ryan, James Sensenbrenner, Fred Upton, y el senador Jon Kyl. Por los demócratas aparecen los congresistas Gary Peters, Steven Rothman, y los senadores Jeff Bingaman, Ben Nelson, Claire McCaskill, Mark Warner y Sheldon Whitehouse. El Bank of America, Goldman Sachs y Morgan Stanley, los tres principales bancos de Estados Unidos, son investigados por la Fiscalía General de Nueva York por su relación con la crisis financiera que estalló en 2007. Según el New York Times, se busca todo tipo de información sobre el papel de esas entidades en sus servicios hipotecarios en los tiempos previos a la crisis. La investigación cubrirá diversos aspectos de las prácticas bancarias de vincular las hipotecas con títulos que luego eran vendidos a inversores institucionales, sin tener claro cuál era el riesgo de las líneas de crédito, una práctica que condujo al crash financiero a principios de 2008. Los fiscales analizarán de qué modo este procedimiento pudo ser usado para engañar a inversores institucionales, aseguradoras y otros. JP Morgan Chase, principal entidad por el volumen de activos, enfrenta pérdidas por dos mil millones de dólares por un error en operaciones con derivados financieros. La primera acusada es la directora de inversiones Ina Drew, también está implicado un banquero de Londres cuyas apuestas financieras son capaces de distorsionar todo el mercado crediticio. El director del FBI de Estados Unidos Robert Mueller confirmó que se inició una pesquisa acerca de la millonaria pérdida del JP Morgan Chase en inversiones de derivados de alto riesgo. Al igual que sus colegas petroleras, los bancos rechazan cualquier tipo de regulación y se niegan a pagar más impuestos. Solo 10 de los 27 países de la Unión Europea apoyan la creación de un impuesto a las transacciones financieras internacionales, cuyo objetivo es frenar las operaciones más especulativas y hacer responsable a la banca de los costos de la crisis. La Comisión Europea propone cobrar a los bancos un gravamen de 0,1% del valor de las compraventas de acciones y bonos, y 0,01% de las de derivados, lo cual generaría ingresos de 55 mil millones de euros al año, pero algunos países como Holanda y Reino Unido se han opuesto vehementemente. El primer ministro británico David Cameron profirió duras críticas a la propuesta impulsada por Alemania y Francia, alegando que un impuesto a las transacciones financieras podría costar hasta 200 mil millones de euros en crecimiento económico y hasta 500 mil puestos de trabajo. Los abusos laborales de Walmart Walmart de Estados Unidos obtuvo ingresos por 446.950 millones de dólares en 2011. La transnacional posee sucursales en Japón, China, Reino Unido, India, Argentina, Canadá, México, Brasil, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras y Nicaragua, y se enriquece explotando a sus trabajadores. En Chile, donde controla el 40% de las ventas al detalle, la transnacional fue acusada de prácticas antisindicales, cotidianos abusos tales como la evasión del pago de horas extras y desconocimiento de derechos laborales básicos como el descanso semanal y el pago del salario mínimo. En México fue acusada de pagar 24 millones de dólares en sobornos en la última década para ganar el dominio del mercado nacional, denunció el periódico The New York Times en abril. Con información de China Daily, CNN Money, BBC mundo, El Universo, Notimex, Prensa Latina, El Mundo e Infobae.com [1] Según un estudio del Citigroup, en 2015 los intercambios comerciales de China superarán la cifra global del comercio exterior estadounidense. En 2050 las exportaciones chinas representarán el 18,2% del comercio global; la India ocupará el segundo lugar controlando el 9% de los intercambios; Estados Unidos caerá al tercer puesto con el 6,6% del comercio; seguida de Alemania con 3,5% del comercio mundial. Corea del Sur ocupará el quinto puesto con 3,4%, seguida por Indonesia, con 3,1%, Hong Kong con 2,3%, Japón con 2,7%, Singapur con 2,4% y el Reino Unido en el décimo lugar con 2,1% del comercio. -- Néstor Gorojovsky El texto principal de este correo puede no ser de mi autoría RECUERDE: FORMATO TEXTO SIMPLE, NO MÁS DE 50Kb, SIN DESTINATARIOS OCULTOS, CON NO MAS DE TRES DESTINATARIOS ADICIONALES ________________________________________ CITANDO LA FUENTE,EL MATERIAL DE ESTA LISTA ES DE LIBRE REPRODUCCIÓN ________________________________________ INFORMACIÓN SOBRE LA LISTA Y SUSCRIPCIONES POR VÍA INTERNET: http://greenhouse.economics.utah.edu/mailman/listinfo/reconquista-popular. 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20 de junho de 2012

China, Rússia e Irã estariam para fazer manobras militares em território sírio

Segundo nota da agência iraniana Fars, reproduzida em http://www.informationclearinghouse.info/article31630.htm, em inglês, 90 mil soldados da China, Rússia, Irã e Síria, farão manobras militares terrestres, aéreas e navais, com o emprego de mísseis, em território sírio, "nas próximas semanas". A nota não mereceu maior destaque pela grande mídia.
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30 de maio de 2012

China e Japão não comerciam mais entre si em dólar

Segundo o site Infobae.com, em http://america.infobae.com/notas/51323-Japon-y-China-dejan-el-dolar-como-moneda-de-intercambio, em castelhano, a China e o Japão entraram em acordo para não usar mais o dólar no comércio entre os dois países. Os pagamentos serão feitos em yuans e ienes, a partir de 1.o de junho.

5 de abril de 2012

China: aumenta o número de greves

Em março, houve 38 greves na China, segundo o China Labour Bulletin, em http://www.clb.org.hk/en/node/110032, em inglês, o maior número mensal desde que começou o levantamento, há 15 meses. A maioria delas ocorreram em empresas industriais ou de transportes. A Polícia interveio em 13 dos episódios e houve detenções em 2. Isso tudo indica um agravamento das tensões sociais no país.

9 de fevereiro de 2012

Síria: omissões da mídia sobre o veto russo-chinês

Em artigo no jornal inglês The Guardian, em inglês, em http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2012/feb/07/syria-intervention-escalate-killing, o jornalista Seumas Milne afirma que a intervenção militar na Síria faria escalar o morticínio, ao contrário de interrompê-lo como diz em geral a grande mídia ocidental. Mas, principalmente, Milne defende a tese de que a resolução aprovada pela maioria dos membros do Conselho de Segurança da ONU, e vetada pela Rússia e pela China, exigia a retirada das Forças Armadas sírias das ruas, mas não exigia isso das forças rebeldes armadas, como o Exército Sírio Livre, apontado pela Liga Árabe como igualmente autor de matanças.

3 de janeiro de 2012

Pepe Escobar analisa as novas estratégias globais

Em entrevista ao repórter alemão Lars Schall, reproduzida em castelhano em http://www.rebelion.org/noticia.php?id=142279, o mais famoso jornalista brasileiro em todo o mundo atualmente, Pepe Escobar, há anos estabelecido na Ásia, comenta que a água e o petróleo, além de outros recursos, estarão no centro de novos conflitos armados internacionais. Os protagonistas serão, de um lado, os Estados Unidos e, de outro, a Rússia e a China, mas a disputa tende a não ser direta, e sim envolver desde a Líbia até o Oriente Médio.

15 de dezembro de 2011

Crise mundial chega à China

Segundo o semanário alemão Der Spiegel, o que tanto se temia aconteceu: a atual crise estrutural do capitalismo chegou à China, com queda da demanda, aumento da dívida pública e uma bolha imobiliária. A versão em inglês está em http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,802308,00.html#ref=rss; O mais grave é que têm ocorrido sucessivos choques entre as forças policiais e trabalhadores que se manifestam contra salários atrasados ou reduzidos e contra a falência de suas empresas.

7 de agosto de 2011

Quem tem comunistas como os chineses não precisa de capitalistas

Jornais chineses publicaram um artigo em que se exige que os Estados Unidos façam cortes "substanciais" em seus "inchados" programas de bem-estar social. A informação é do jornal americano The New York Times, reproduzida em parte na lista de notícias também americana Marxism, por Shane Mage < shmage@pipeline.com >, em inglês. Eis o trecho do NY Times de sábado, 7 de agosto, citado por Mage: “'O governo dos Estados Unidos tem de acertar as contas com o doloroso fato de que os bons velhos dias em que podia simplesmente tomar empréstimos para sair das confusões que ele próprio armava, são finalmente coisa do passado', se lê no comentário, que foi publicado em jornais chineses.
"Pequim, que não divulgou nenhuma outra declaração oficial sobre o rebaixamento (da nota da dívida pública dos EUA), convocou Washington a fazer cortes substanciais em seus programas 'inchados' de bem-estar social'".
Ao mesmo tempo, isso coloca um desafio para os partidários da justiça social: os subsídios públicos adotados por governos progressistas, sejam democráticos, socialdemocratas, socialistas, comunistas, são a única ou a principal solução para as injustiças na sociedade?

14 de julho de 2011

Okinawanos rejeitam pretexto anti-China para manter tropas dos EUA nas ilhas

Em mensagem à lista de notícias americanas Marxism, o colisteiro Jay Rothermwl, jayrothermel@gmail.com, informa que vazamentos do WikiLeaks indicam que as autoridades americanas não conseguiram convencer políticos de Okinawa de que a presença de tropas dos Estados Unidos nas ilhas é necessária para conter a ameaça militar da China. A líder socialista  Mitsuko Tomon, que é advogada, por exemplo, afirmou que o Japão e os EUA prejudicaram muito Okinawa, coisa que a China, segundo ela, jamas fez. Ver também artigo de Deirdre Griswold em www.workers.org.

16 de junho de 2011

China: repressão violenta a protestos

O jornal The Australian informa, em http://www.theaustralian.com.au/news/world/beijing-battling-protest-fires-on-all-fronts/story-e6frg6so-1226075255343, em inglês: "Uma erupção de protestos por toda a China enviou blindados à zona central de várias cidades, desencadeou um blecaute da Internet pelo governo e deixou milhares de blogueiros em todo o país falando sobre violência 'louca' nas ruas". O jornal registra em maio e junho protestos reprimidos com violência na Mongólia Interior e nas cidades de Fuzhou, Lichuan, Tianjin e Zengcheng.

21 de abril de 2011

Direitos humanos no Irã, China... e Guantánamo

A grande mídia cobra do governo Dilma uma atitude perante os direitos humanos na China, além do Irã. Mas não cobra do governo Dilma uma atitude perante os atentados aos direitos humanos em Guantánamo. Parece que, para todos, os direitos humanos dependem do país em que se está.

4 de janeiro de 2011

China importa de Israel tecnologia de repressão

O especialista americano em questões da Intifada palestina, Jimmy Johnson, revela em http://electronicintifada.net/v2/article11703.shtml, em inglês:
"O porta-voz do Exército de Israel, general de brigada Avi Benayahu, voltou recentemente de uma viagem a China, onde se reuniu com seus colegas e outros altos funcionários. O objetivo era aprofundar os laços sino-isralenses nos níveis político, de segurança e militar. Este é apenas o passo mais recente numa crescente relação de segurança entre Israel e China que inclui tecnologia de aviões não tripulados, treinamento de controle de multidões, vigilância, obtenção de inteligência e outros assuntos. Isso levanta a questão de como o apoio oficial chinês à autodeterminação palestina vai coincidir com a sua atual busca dos instrumentos de pacificação palestina. Do mesmo modo, como isso ameaça os direitos dos uigures, tibetanos e outros sob o controle do Estado chinês ao trazer os aparelhos de Israel de ocupação e de apartheid?"

26 de outubro de 2010

Trabalhadoras chinesas envenenadas em fábrica da Apple

Segundo informação do correspondente da rede americana de televisão na China, Stephen McDonnell, em http://www.abc.net.au/news/stories/2010/10/26/3048024.htm, em inglês, trabalhadoras de uma pequena e mal ventilada unidade de montagem de laptops e iPhones da Apple na cidade de Suzhou, no sul do país, ficaram impossibilitadas de andar após terem aspirado vapores de n-hexano, substância química utilizada na colagem e polimento dos logos da famosa marca americana. As trabalhadoras estão internadas no Hospital Popular Número 5 de Suzhou.